31 de janeiro de 2009

A MENTIRA E A TREPAÇA...

A mentira e a trapaça já faz parte da forma de estar de muitos, essa mentira torna-se verdade aos olhos de muitos outros, porque ou são ignorantes, idiotas, ou têm muito a ganhar com essas mentiras...
Ao longo do tempo em que sabemos da existência do “Engº” Socrates, foi um tempo em que os embustes e as mentiras predominam, ainda por cima são ditas sem qualquer receio e com muita “lata”...
A última foi a do relatório da OCDE, e após confrontado com mais um embuste, o “Engº” Socrates usando a sua já conhecida arrogância e surrealismo, com ar de engraçado, insistiu com a encenação, não tendo a capacidade de assumir o embuste, não foi capaz de explicar por que razão enganou os Portugueses, ao afirmar, novamente, que o relatório seria da OCDE.
Mais uma vez “Engº” Socrates mostrou a falta de carácter, mas que muitos gostam, tendo dar a ideia de que o Relatório foi feito por peritos internacionais independentes, esquecendo que um dos autores é o actual Presidente do CCAP, um organismo na dependência directa da ministra da educação. Ignorou, também, que a OCDE não teve absolutamente nada que ver com o Relatório. Não foi capaz nem quis comentar o facto de os autores do Relatório se terem limitado a ouvir 7 municípios, 6 socialistas e 1 independente (Gondomar). Não quis comentar, nem podia, o facto de o Relatório se ter baseado num relatório prévio preparado pelos serviços centrais do ME. Também não comentou o facto de os autores do Relatório terem consultado 4 peritos nacionais, todos eles com posições públicas favoráveis às políticas educativas do Governo. Sócrates é incapaz de admitir um erro. Manteve a sua proverbial arrogância e falta de educação. Não tem emenda. Não tem nível para ser primeiro-ministro.

ESTUDO DA OCDE...


PARA QUEM GOSTA DE LER E NAO COMPRAR LIVROS, AI ESTAO 229...

A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
A Semana -Machado de Assis
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo

ler não é tempo perdido!

Quem diz q estudar história demora tempo...olha, aqui vai um resumo!

Tudo começou com um tal Henriques que não se dava bem com a mãe e acabou por se vingar na pandilha de mauritanos que vivia do outro lado do Tejo. Para piorar ainda mais as coisas, decidiu casar com uma espanhola qualquer e não teve muito tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu.
Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi desta para melhor. Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, apareceu um tal João que, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão e ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos ao filho que era dado aos desportos náuticos. De tal maneira que decidiu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Maputo, Ormuz, Calecute, Malaca, Timor e Macau .

Quando a coisa deu para o torto, ficou nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação e resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de Alcácer-Quibir para uma cena de estalo. Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta do estaminé até chegar outro João que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos. Com conventos a mais e dinheiro menos, as coisas lá se iam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo arranjado outra vez, graças a um mânfio chamado Sebastião que tinha jeito para o bricolage e não era mau tipo apesar das perucas um bocado amaricadas.

Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta a perguntar se o Pedro podia vir brincar e o irmão mais novo, o Miguel, teve uma crise de ciúmes e tratou de armar confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano que já ia a caminho do Brasil para tratar de uns negócios. A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa e foi por isso que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos quando passeava de carroça pelo Terreiro do Paço. O pessoal assustou-se com o barulho e escondeu-se num buraco na Flandres onde continuaram a ouvir tiros mas apontados a eles e disparados por alemães. Ao intervalo, já perdiam por muitos mas o desafio não chegou ao fim porque uma tipa vestida de branco apareceu a flutuar por cima de uma azinheira e três pastores deram primeiro em doidos, depois em mortos e mais tarde em beatos. Se não fosse por um velhote das Beiras, a confusão tinha continuado mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar boatos. Comunistas dum camandro! Tanto insistiram que o velhote se mandou do cadeirão abaixo e houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um molho de cravos em cima do assunto. Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira numa exposição mundial e mamar duas secas da Grécia na final.

29 de janeiro de 2009

Conflito israelo-palestiniano


Um exemplo engenhoso do discurso e da política ocorreu recentemente na Assembleia das Nações Unidas e fez a comunidade mundial sorrir.


Um representante de Palestina começou: "Antes de começar a minha intervenção, quero dizer-lhes algo sobre Moisés:
- Quando partiu a rocha e inundou tudo de água, pensou, que era uma oportunidade boa de tomar um banho! Tirou a roupa, colocou-a ao lado sobre a rocha e entrou na água. Quando saiu e quis vestir-se, a roupa tinha desaparecido. Um Israelita tinha-a roubado."
O representante Israelita saltou furioso e disse, "Que é que você está a dizer? Os Israelitas não estavam lá nessa altura."
O representante Palestiniano sorriu e disse: "E agora que se tornou tudo claro, vou começar o meu discurso."

Educação: Documento encomendado pelo governo sob fogo

Estudo alvo de contestação

As associações de professores de matemática (APM) e de português (APP) não foram consultadas pelos peritos internacionais independentes contratados pelo Governo para avaliar as reformas introduzidas no 1º ciclo do ensino básico. Também a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) ficou de fora, criticando as conclusões apresentadas no relatório divulgado segunda-feira.
Nuno Crato, presidente da SPM, critica o relatório encomendado pelo Governo, no que diz respeito aos resultados na disciplina. "Não há instrumentos que permitam saber se o ensino de matemática no primeiro ciclo está melhor. Os exames e as provas de aferição, que o Governo faz, não têm critérios definidos. Esses critérios variam de ano para ano, logo, é impossível dizer-se que está a melhorar", afirmou Nuno Crato ao CM, referindo-se ao documento apresentado anteontem, com a presença do primeiro-ministro José Sócrates e da ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues, no qual a equipa de peritos diz que "os resultados estão a melhorar em matemática."
Da mesma opinião é Arsélio Martins, presidente da APM. "Parece haver alguma precipitação por parte do Governo. Como professor é muito difícil dizer que já se tem resultados em tão pouco tempo. Dizer que os alunos estão a ter melhores resultados, é um desejo político", disse Arsélio Martins, confirmando que "a APM não teve qualquer participação no estudo".
Em relação ao programa de formação contínua de professores de Matemática, também elogiado pelos peritos internacionais, Nuno Crato é peremptório. "O modelo de formação continua de professores foi amplamente criticado logo no inicio, pois foi dirigido pelos mesmos critérios que levaram a erros em outros anos", sublinhou, garantindo que "a SPM não foi consultada para a elaboração do relatório encomendado pelo Ministério de Educação".
Já Paulo Feytor Pinto, presidente da APP, reconhece qualidade à responsável pelo Programa de Formação em Português, mas garante desconhecer o que está a ser feito no terreno. "As pessoas envolvidas dão garantias de um bom trabalho. Sabemos que está a ser feito alguma coisa no plano de formação continua, mas não sabemos o quê em concreto", referiu Paulo Feytor Pinto.
Para a elaboração do relatório, os peritos internacionais reuniram com a Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), mas deixaram de fora a Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE). Uma decisão contestada por Maria José Viseu, porta-voz da comissão: "Não fomos ouvidos para a elaboração deste relatório e devíamos ter sido. Representamos cinco federações - Lisboa, Beja, Guarda, Viseu e Leiria - e temos tantos associados como a CONFAP".


Mário Cruz/Lusa

27 de janeiro de 2009

Eis a aplicação do Estatuto do Aluno

FALTA DE CASTIGO

A pistola de plástico
Em Dezembro, no último dia de aulas, numa escola Secundária, no Porto, um grupo de alunos ameaçou a professora com uma arma. Este teste formativo, na aula de Psicologia, podia tipificar-se como um exercício prático de "intimidação psicológica" integrado nas actividades curriculares. A rapaziada queria apenas melhor avaliação. A arma era de plástico, soube-se depois. O incidente não passou de "brincadeira de muito mau gosto", segundo a directora regional de Educação do Norte que o avaliou.
Não fosse a cena edificante ter sido filmada por telemóvel, e posta no Youtube, o caso não existia. Por esta razão, a aluna que filmou apanhou oito dias de suspensão das aulas, a pena mais pesada. Os autores da intimidação tiveram seis dias. A mensagem pedagógica, néscia, deste conselho executivo para os alunos é óbvia: "armem bagunça, mas não se deixem filmar!"
Na mesma semana, a seiscentos quilómetros de distância houve outro incidente, porventura mais grave. Não foi filmado. Nem posto no Youtube. Por isso não existiu. Mas aconteceu mesmo. Há mais realidade para além da Internet.
No Algarve, dentro de uma escola Básica 2/3, o líder de um grupo de alunos, divertia-se a fazer uma "gravata" a um aluno mais novo. O exercício, também formativo, tolerado em muitas escolas, consiste em apertar o pescoço ao aluno até perder a consciência. Um outro aluno, perante a aflição do colega, resolveu tentar interromper a "brincadeira". Apanhou uma tareia do grupo. Partiram-lhe todos os dentes da frente. Entrou em coma. O INEM foi chamado. O aluno foi assistido no recreio e hospitalizado. Nenhum funcionário acudiu. As escolas têm poucos funcionários e a esmagadora maioria é constituída por mulheres. E é sempre mais fácil ignorar do que reportar. A "Escola Segura" - o serviço turístico auto-transportado em que dois agentes da autoridade fazem visitas rápidas de cortesia à porta das escolas - andaria algures em missão de Boas Festas. Desconheço o que aconteceu aos agressores. Se é que aconteceu alguma coisa.
As escolas Básicas e Secundárias em Portugal, como sabemos, são lugares paradisíacos. Mas há pessoas mal intencionados que põem a nu realidades inventadas.
A violência surda ou aberta dentro das escolas é frequente. Mas tema tabu. Toda a gente prefere fingir que não existe. A começar nos conselhos executivos e a acabar nos professores e sindicatos. Passando pelos pais que só a toma a sério quando a vítima é o próprio herdeiro legítimo.
A ninguém tem ocorrido duas coisas extravagantes que talvez ajudassem a erradicar este clima das escolas e a prevenir incidentes mais graves.
A primeira é que os conselhos executivos são responsáveis pela segurança nas escolas. Esta responsabilidade também pode ser criminal. Só basta que alguém accione uma queixa-crime junto da Polícia ou do Ministério Público. Sabemos que a comunidade escolar (pais, professores, funcionários) tem sido infinitamente tolerante para com desmandos. Continuará a sê-lo enquanto não houver borrasca da grossa.
A segunda é que os pais são os autores morais maiores das diatribes dos seus queridos filhos menores. Uns, os do rendimento social de inserção, têm de os manter na escola para continuarem a usufruir do apoio do Estado. E a mais não são obrigados. Outros, já aqui o disse, os do rendimento essencial de ostentação, cuidam que a educação dos filhos é com os especialistas, professores e psicólogos. A coisa dá no que dá. O Estado descansa e a escola aflige-se. E lá dentro, quem quiser estudar a sério, que aguente.
Enquanto a pistola dentro da escola não evolui tecnologicamente, do plástico para o aço, era bom pensar no assunto. E agir. A tendência da "brincadeira de muito mau gosto" não é a evolução no sentido do "bom gosto". A distância entre o "mau gosto" e a tragédia irreparável pode ser mais curta do que a moleza cómoda e conivente estimam.

Imaginem






Imaginem que todos os gestores públicos das setenta e sete empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.
Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.
Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas. Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.
Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público. Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar. Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês.
Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência. Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas. Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam. Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares. Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.
Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde. Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros. Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada. Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido. Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.
Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.
Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.
Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.
Imaginem que país seremos se não o fizermos.

26 de janeiro de 2009

MAIS UM A CAMINHO DAS NOVAS OPORTUNIDADES...


Sabe quem é António Pinto de Sousa?

Ora vejam:

É o novo responsável máximo pelo gabinete de comunicação e imagem do IDT
(Instituto da Droga e Toxicodependência).

Tem competência atribuída para empossar quem quiser,
independentemente da sua qualificação académica e profissional,
para os cargos dirigentes do Instituto,
contrariando os próprios estatutos do IDT.


Ah... já esquecia de dizer o mais importante:
é irmão de José Sócrates.

25 de janeiro de 2009

QUANDO SE DER VERDADEIRO VALOR A QUEM PRODUZ

É incompreensível ver que quem produz algo, limita-se a ser escravizado... e os ditos consultores são quem ganha e manda...
Para ser consultor não é preciso saber como se faz, pois basta dizer que não é assim e que tem que ser feito mais rápido...
Depois o trabalhador que produz tem que se submeter ao que diz o consultor, e é este que tem que arranjar forma de alterar métodos para atingir os fins que o consultor preconizou...
No fim se correr bem o consultor é um génio, se correu mal o trabalhador é que não teve discernimento e inteligência para conseguir perceber o que o consultor preconizou.
Consultor = Administradores = Directores = Etc..
Mas no dia em que o valor seja proporcional ao trabalho e ao que se produz, estes senhores vão ver-se aflitos, mas isto só acontecerá no dia em que os trabalhadores se unirem e derem valor ao real e não aos sonhos que lhes incutem e suas subsequentes teorias.

22 de janeiro de 2009

Foi há 206 anos, curioso!...

Em 1802 sem computadores, estatísticas e análises de mercado...

«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»


Thomas Jefferson, 1802

Moral da História...


Certa vez, quatro meninos foram ao campo e, por 100 €, compraram o burro de um velho camponês.
O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando eles voltaram para levar o burro, o camponês disse-lhes:

- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês encontrou-se novamente com os quatro garotos e perguntou-lhes:

- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, nós rifamo-lo. Vendemos 500 rifas a 2 € cada uma e arrecadamos 1.000 €.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador, porém devolvemos-lhe os 2 €, e pronto!

21 de janeiro de 2009

Este é o pensamento político que temos (em Portugal) , está em todas:

• Estádios de futebol, hoje às moscas,
• TGV,
• novo aeroporto,
• nova ponte,
• auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso,
• etc. etc.

A quem na verdade serve tudo isto?
PORTUGUESES, LEIAM AS LINHAS SEGUINTES E PENSEM
A QUEM VAI SERVIR O TGV ...



1. AOS FABRICANTES DE MATERIAL FERROVIÁRIO,
2. ÀS CONSTRUTORAS DE OBRAS PÚBLICAS E ...CLARO,
3. AOS BANCOS QUE VÃO FINANCIAR A OBRA ...

OS PORTUGUESES FICARÃO - UMA VEZ MAIS
- ENDIVIDADOS DURANTE DÉCADAS

POR CAUSA DE MAIS UMA OBRA MEGALÓMANA ! ! !


Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio.
Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.

Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas,
• na qualidade do seu Ensino Superior,
• nos seus museus e escolas de arte,
• nas creches e jardins-de-infância em cada esquina,
• nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.


Percebe-se bem porque não
• construíram estádios de futebol desnecessários,
• constroem aeroportos em cima de pântanos,
• nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos
• na Noruega,
• na Suécia,
• na Holanda
• e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.

Para além de que, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:

- 1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).

E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.

Cabe ao Governo reflectir.

Cabe à Oposição contrapor.
Cabe-lhe a si participar

19 de janeiro de 2009

Princípios básicos

1º - Você não é completamente inútil.... pelo menos serve de mau exemplo.
2º - Se você não é parte da solução, regra geral é parte do problema.
3º - Errar é humano, mas saber em quem colocar a culpa, é mais humano ainda.
4º - O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe.
5º - Quem sabe, sabe. Quem não sabe é chefe!
6º - É bom deixar a bebida, desde que se lembre onde.
7º - Existe um mundo melhor, mas é caríssimo.
8º - Trabalhar não mata, mas corre o risco de morrer a trabalhar (não arrisque!)
9º - As duas palavras que abrem muitas portas são PUXE e EMPURRE.
10º - Não leve a vida tão a sério, afinal não sairá vivo dela...

Ensaio sobre a cegueira...


18 de janeiro de 2009

Professores e deputados PS que votaram contra a suspensão


Rumores vindos do interior do PS

Dia 23 de Janeiro será aprovada, finalmente, a SUSPENSÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE. Há professores socialistas que vão romper com a disciplina partidária. As últimas investidas aos mails dos professores, agora deputados, está a dar frutos. Muitos deles já têm dificuldade em enfrentar até a própria família.

A insistência dos professores está a dar resultado e a greve do dia 19 é absolutamente determinante. A ministra já está "morta" e agora só falta mesmo um empurrãozinho para todo o ME cair.

Haja esperança!

São notícias que vão chegando das sedes do PS a nível nacional. Fala-se, inclusivamente, que se preparam para o Governo pedir a demissão. Falta o motivo e este parece ser aquele em que Sócrates aposta e vai daí...

17 de janeiro de 2009

Afinal quem é este homem?


Actividades do Docente no Estabelecimento do Instituto Politécnico de Castelo Branco – Escola Superior de Educação de Castelo Branco

Nome Valter Vitorino Lemos
Docência Não
Número de Horas de Docência 0 Horas semanais
Regente/Responsável de Disciplinas Não
Coordenações Não
Membro de Órgãos Científico – Pedagógicos Sim
Presidência/Coordenação de Órgãos Científico – Pedagógicos Não
Membros de Órgãos Directivos Não
Outras Situações Sim

Este Bálter Bitorino!....

O homem não deu aulas!...
O homem não teve número de horas de docência!...
O homem não regeu/se responsabilizou por disciplinas!...
O homem não coordenou!...
O homem não presidiu/Coordenou órgãos científico – pedagógicos!...
O homem não foi membro de órgãos directivos!...

Então?!... Que carago fez o homem?!...

O homem só foi Membro de Órgãos Científico – Pedagógicos?! …
O homem só foi Outras Situações?!...

E agora é…Secretário de Estado da Educação?!...

Colecção “Cromos de Portugal”
(Isto é ficção científica?)

Serviço Meteorológico de Portugal ... Genial!!


Esta tá com muito sentido de humor!

Ainda bem que há gente que se dá ao trabalho de fazer sorrir os outros!

Não sei quem foi o autor mas dou-lhe os parabéns

Nova alcunha do governo do Sócrates é "LATINHA"

Andamos pela rua, apontamos para as portas fechadas e dizemos:

LÁ TINHA uma loja...

LÁ TINHA uma fábrica...

LÁ TINHA um armazém...

LÁ TINHA trabalhadores...

LÁ TINHA um sonho...

LÁ TINHA esperança...

LÁ TINHA uma escola...

LÁ TINHA um serviço de urgência...

LÁ TINHA esperança de dias melhores...

Os lateiros...

"… se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham pouco mais de metade (55%) do que se ganha na zona euro, os nossos gestores recebem, em média:

- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"

(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/08)

E são estas bestas que chamam a nossa atenção porque "os portugueses gastam acima das suas possibilidades". Entre eles salienta-se o génio das finanças Vítor Constâncio

15 de janeiro de 2009

Passeio nocturno Lisboeta

A pistola de plástico

Em Dezembro, no último dia de aulas, numa escola Secundária, no Porto, um grupo de alunos ameaçou a professora com uma arma. Este teste formativo, na aula de Psicologia, podia tipificar-se como um exercício prático de "intimidação psicológica" integrado nas actividades curriculares. A rapaziada queria apenas melhor avaliação. A arma era de plástico, soube-se depois. O incidente não passou de "brincadeira de muito mau gosto", segundo a directora regional de Educação do Norte que o avaliou.

Não fosse a cena edificante ter sido filmada por telemóvel, e posta no Youtube, o caso não existia. Por esta razão, a aluna que filmou apanhou oito dias de suspensão das aulas, a pena mais pesada. Os autores da intimidação tiveram seis dias. A mensagem pedagógica, néscia, deste conselho executivo para os alunos é óbvia: "armem bagunça, mas não se deixem filmar!"
Na mesma semana, a seiscentos quilómetros de distância houve outro incidente, porventura mais grave. Não foi filmado. Nem posto no Youtube. Por isso não existiu. Mas aconteceu mesmo. Há mais realidade para além da Internet.
No Algarve, dentro de uma escola Básica 2/3, o líder de um grupo de alunos, divertia-se a fazer uma "gravata" a um aluno mais novo. O exercício, também formativo, tolerado em muitas escolas, consiste em apertar o pescoço ao aluno até perder a consciência. Um outro aluno, perante a aflição do colega, resolveu tentar interromper a "brincadeira". Apanhou uma tareia do grupo. Partiram-lhe todos os dentes da frente. Entrou em coma. O INEM foi chamado. O aluno foi assistido no recreio e hospitalizado. Nenhum funcionário acudiu. As escolas têm poucos funcionários e a esmagadora maioria é constituída por mulheres. E é sempre mais fácil ignorar do que reportar. A "Escola Segura" - o serviço turístico auto-transportado em que dois agentes da autoridade fazem visitas rápidas de cortesia à porta das escolas - andaria algures em missão de Boas Festas. Desconheço o que aconteceu aos agressores. Se é que aconteceu alguma coisa.
As escolas Básicas e Secundárias em Portugal, como sabemos, são lugares paradisíacos. Mas há pessoas mal intencionados que põem a nu realidades inventadas.
A violência surda ou aberta dentro das escolas é frequente. Mas tema tabu. Toda a gente prefere fingir que não existe. A começar nos conselhos executivos e a acabar nos professores e sindicatos. Passando pelos pais que só a toma a sério quando a vítima é o próprio herdeiro legítimo.
A ninguém tem ocorrido duas coisas extravagantes que talvez ajudassem a erradicar este clima das escolas e a prevenir incidentes mais graves.
A primeira é que os conselhos executivos são responsáveis pela segurança nas escolas. Esta responsabilidade também pode ser criminal. Só basta que alguém accione uma queixa-crime junto da Polícia ou do Ministério Público. Sabemos que a comunidade escolar (pais, professores, funcionários) tem sido infinitamente tolerante para com desmandos. Continuará a sê-lo enquanto não houver borrasca da grossa.
A segunda é que os pais são os autores morais maiores das diatribes dos seus queridos filhos menores. Uns, os do rendimento social de inserção, têm de os manter na escola para continuarem a usufruir do apoio do Estado. E a mais não são obrigados. Outros, já aqui o disse, os do rendimento essencial de ostentação, cuidam que a educação dos filhos é com os especialistas, professores e psicólogos. A coisa dá no que dá. O Estado descansa e a escola aflige-se. E lá dentro, quem quiser estudar a sério, que aguente.
Enquanto a pistola dentro da escola não evolui tecnologicamente, do plástico para o aço, era bom pensar no assunto. E agir. A tendência da "brincadeira de muito mau gosto" não é a evolução no sentido do "bom gosto". A distância entre o "mau gosto" e a tragédia irreparável pode ser mais curta do que a moleza cómoda e conivente estimam.
De alguém que até há pouco tempo pensava ser professor...

Algumas das frases com que expressaram o amor pelos professores

"admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública"
(Maria de Lurdes Rodrigues, Junho/2006)

«vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos»
(Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008)

«caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre se poderiam recrutar novos no Brasil»
(Jorge Pedreira, Novembro/2008)

«quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite!»
(Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008)

«[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em grupo!»
(Margarida Moreira - DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008)

13 de janeiro de 2009

Consciências

"Mostrar serviço"

Opinião - Jornal de Notícias

Nos idos da juventude apresentei--me a um concurso para "assistente de programas literários de 2.ª classe" da Emissora Nacional (EN). Acho que a expressão "2.ª classe" se referia a "assistente" e não a "programas literários", mas nunca o pude confirmar pois, tendo sido aprovado, não apareci na tomada de posse. Uma das provas do concurso consistia em resumir um discurso de Salazar.
Na altura, não era coisa surpreendente. Além disso, Salazar (supondo que era ele quem escrevia os seus discursos), sem ser um mestre da língua como Manuel de Andrade, exprimia-se em honesto português, sem os "hádem" de políticos e juristas de hoje. Surpreendente (mas que sei eu?) é, meio século depois, o IEFP (organismo público como era então a EN) impor um discurso de Sócrates como material de estudo para um concurso para técnico principal.
Sócrates é naturalmente alheio ao caso, como Salazar o foi decerto quando do meu concurso para a EN. No tempo do fascismo, o culto da personalidade fazia parte das regras do jogo. Hoje faz parte das regras de outro jogo: o dos "boys" do PS ansiosos por "mostrar serviço" ao líder.

11 de janeiro de 2009

Sete Vidas

Seven Pounds

Realizado por Gabriele Muccino
Com Will Smith, Rosario Dawson, Woody Harrelson, Michael Ealy

É um filme que mexe connosco, claro que existem excepções, e que merece ser divulgado.
Com uma interpretação soberba de Will Smith, em que assumiu a personagem com uma enorme intensidade psicológica e sentimental.

Este filme dá-nos uma visão de humanidade, faz-nos questionar a nossa consciência e daqueles que nos rodeia. Traz-nos vontade de olhar para quem passa ao nosso lado e “dissecar” o seu “interior”.

A história de sete vidas, é o desenrolar de um segredo e de saber para onde nos leva Ben Thomas (Will Smith), um indivíduo que procura a redenção e de devolver algo que tirou, mas esse algo é muito mais do que um bem material, esse bem tornou-se num bem de consciência.
Excelente filme, que não está a ser divulgado como merece.

Este filme tem que obrigatoriamente deixar algo em nós, se não é sinal que há muito que perdemos um bem, que é a nossa consciência. E sem essa, não temos nada de útil na vida... e a nossa vida resume-se a um baralho de cartas.

9 de janeiro de 2009

Se a ignorância pagasse imposto... seriamos um país muito rico

A cultura da ignorância reina na nossa sociedade.
Muitas vezes, são estes ignorantes que opinam sobre tudo e todos, são estes que criticam as lutas da função pública, dos trabalhadores dos transportes, dos professores, entre outros.
Enfim, são estes que defendem o seu próprio enterro...
Todos têm o direito a serem ignorantes e explorados, não têm é o direito de exigir que os outros também o sejam...

Este país do faz-de-conta é cada vez mais uma anedota pegada

Ora observem estes avisos publicados no Diário da República nº 255 de 6 de Novembro 2008:

EXEMPLO 1

No aviso nº 11 466/2008 (2ª Série), declara-se aberto concurso no I.P.J. para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento anda à ronda de 3500 EUR (700 contos). Na alínea 7:...

" Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que consiste na . Apreciação e discussão do currículo profissional do candidato."

EXEMPLO 2

No aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda de 450EUR (90 contos) mensais.

Método de selecção:

Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:

1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;
2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;
3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.

Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações, exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários.

Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais.
Os cemitérios fornecem documentação para estudo.
Para rematar, se o candidato tiver:

- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;
- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;
- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.

No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato.

ISTO TUDO PARA UM VENCIMENTO DE 450 EUROS MENSAIS!
Enquanto o outro, com 3,500!!! Só precisa de uma cunha.

Vale a pena dizer mais alguma coisa?

8 de janeiro de 2009

Passageiros entre palavras fugazes

Carreguem os vossos nomes e vão-se embora,
Cancelem as vossas horas do nosso tempo e vão-se embora,
Levem o que quiserem do azul do mar
E da areia da memória,
Tirem todas as fotos que vos apetecer para saberem
O que nunca saberão:
Como as pedras da nossa terra
Constroem o tecto do céu.
Passageiros entre palavras fugazes:
Vocês têm espadas, nós o sangue,
Têm o aço e o fogo, nós a carne,
Têm outro tanque, nós as pedras,
Têm gases lacrimogéneos, nós a chuva.
Mas o céu e o ar
São os mesmos para todos.
Levem uma porção do nosso sangue e vão-se embora,
Entrem na festa, jantem e dancem...
Depois vão-se embora
Para nós cuidaremos das rosas dos mártires
E viveremos como queremos.
Passageiros entre palavras fugazes:
Como poeira amarga, passem por onde quiserem, mas
Não passem entre nós como insectos voadores
Porque temos guardada a colheita da nossa terra.
Temos trigo que semeámos e regámos com o orvalho dos nossos corpos
E temos aqui o que não vos agrada:
Palavras e pudor
Se quiserem, levem o passado ao mercado de antiguidades
E devolvam o esqueleto à poupa
Numa travessa de porcelana.
Temos o que não vos agrada: o futuro
E o que semeamos na nossa terra.
Passageiros entre palavras fugazes:
Amontoem as vossas fantasias numa
Sepultura abandonada e vão-se embora,
Devolvam os ponteiros do tempo à lei do bezerro de ouro
Ou ao horário musical do revólver
Porque aqui temos o que não vos agrada.
Vão-se embora
E temos o que não vos pertence:
Uma pátria e um povo exangue,
Um pais útil para o olvido e para a memória.
Passageiros entre palavras fugazes:
É hora de vocês se irem embora.
Fiquem onde quiserem, mas não entre nós.
É hora de se irem embora
Para morrerem onde quiserem, mas não entre nós
Porque nós temos trabalho na nossa terra
E aqui temos o passado,
A voz inicial da vida,
E temos o presente e o futuro,
Aqui temos esta vida e a outra.
Vão-se embora da nossa terra,
Da nossa terra, do nosso mar,
Do nosso trigo, do nosso sal, das nossas feridas,
De tudo... vão-se embora
Das recordações da memória,
Passageiros entre palavras fugazes

Mahmud Darwish
Símbolo da cultura da Palestina

PALESTINA


A terra prometida

Imagine que todos os círculos pretos são colónias ou colonatos espanhóis que construíram aldeias dentro de Portugal tendo expulso os portugueses de lá pela força das armas Imagine que às autoridades portuguesas apenas é permitido controlar as zonas circunscritas a vermelho e que fora destas manda o exército espanhol.

Imagine que se quer deslocar de uma zona vermelha para outra zona vermelha e tem de pedir autorização nos diversos postos do exército espanhol colocados dentro de Portugal para defender os colonatos espanhóis…

COMO SE SENTIRIA?
COMO REAGIRIA?

Mas imagine que alguns portugueses cansados de tanto domínio espanhol e de miséria, lutam como podem, com pedras, paus, fisgas, com espingardas, com foguetes artesanais, armas totalmente desproporcionadas para um exército de ocupação impiedoso dos mais poderosos do mundo.

Imagine ainda que o exército espanhol, manda cercar algumas zonas vermelhas e até cidades como Braga, Évora, etc, por uma muralha de betão. Como é que os portugueses se poderiam movimentar?

Imagine bem que a muralha não foi construída ao longo da fronteira Portugal/Espanha, eventualmente para defender os espanhóis de ataques portugueses.

Foi construída dentro de Portugal para proteger os colonatos ou aldeias espanholas que ocupam o nosso país.

Agora termine a imaginação e encare a realidade.
Em vez de Portugal é a Palestina e em vez de Espanha é Israel.


Como é que tudo isto começou?




1945, fim da 2ª guerra mundial os nazis tinham feito um holocausto que assassinou milhões de judeus.
Os políticos do Ocidente entenderam que era altura de arranjar uma terra para eles.
Mas não escolheram as terras deles.
Os judeus espalhados pelo mundo e com força política e económica nos EUA e em Inglaterra exigiram a Palestina.

Porquê?

Porque era a terra do Rei David, a Terra Prometida dos Hebreus…reconstruir o reino de Israel como vem no Velho Testamento e nos velhos livros dos hebreus.

Mas isso foi há mais de 3.000 anos!!!



Em 1945, a Palestina era habitada por milhões de palestinos e Jerusalém também uma cidade santa para todos os muçulmanos.
A Palestina era governada pelos britânicos.
Em 1948, o estado judeu com o nome de Israel declarou a sua independência com o apoio do Ocidente. É um estado fundamentalista porque a Religião Judaica é lei de Estado.

Foi preciso desalojar à força militar milhões de palestinos para Israel ocupar um território muito maior que aquele onde habitavam judeus em 1945.
Quatro milhões e meio de palestinos continuam vivendo nos campos de refugiados que a ONU estabeleceu em termos provisórios em 1948.
Os palestinos que habitam os acampamentos da Faixa de Gaza, Cisjordânia, Síria, Líbano e Jordânia não querem abandonar de nenhuma forma a condição de refugiados.
É a única prova com que contam para demonstrar que há sessenta anos tiveram que deixar as suas terras de origem pela força.
Isto gerou ódios de gerações e extremismos.
Isto deu origem a várias guerras com os palestinos incluindo países árabes, normalmente ganhas por Israel totalmente apoiada e suportada financeira e militarmente pelos EUA.
Israel passou a funcionar na prática como uma base militar gigante dos EUA de 27 mil Km2.

Em 1967 fez-se a paz e tendo a ONU estabelecido as fronteiras, que Israel e os Palestinos aceitaram.
Só que Israel não parou. Continuou a ocupar mais terra da Palestina e a cercar os seus territórios.

Israel diz que tem direito às terras do Rei David.



Mas… porquê? se passaram mais de 3.000 anos !!!



Por este princípio não há parte do planeta que pudesse ter sossego.
2.000 anos passaram desde o apogeu do Império Romano.
Têm a Itália e Roma direito à Península Ibérica pela mesma razão?
Israel agora é um país mas tem de aceitar a existência da Palestina como país livre e independente dentro das fronteiras já aceites por ambos e pela ONU (1967).

Ora tal não se verificou por parte de Israel.
Vejam na foto em cima, o muro construído por Israel para impedir palestinos muçulmanos e cristãos de circular livremente. Sim, pois se pensa que só os muçulmanos estão na história está errado.



Isto afecta também todos os árabes cristãos na zona, que lado a lado com os muçulmanos estão presos dentro destes muros sem poderem sair sem autorização, sem terem acesso a nada.
Gostaria de viver dentro destes muros? Ah.. Olhe, sabe que este muro na verdade cerca uma cidade chamada Bethlehem?
Sabe o que é? É a cidade onde nasceu Jesus Cristo,… sim é Belém onde vieram os Reis Magos para a tal gruta… sim a igreja da Natividade de Cristo está aqui dentro. É uma cidade de 30 mil habitantes, tipo Évora, imaginem Évora totalmente rodeada por muros de betão…o que fazia você se vivesse lá dentro?

Ódios geram ódios!
Extremismos geram extremismos!
É Israel o agressor porque se recusa a abandonar as terras ocupadas das fronteiras estabelecidas pela ONU.
É Israel que com este procedimento provoca o fundamentalismo árabe e actos terroristas condenáveis de extremistas e aos quais responde sempre com outros actos terroristas e genocídio.

1948, ao expulsarem pela força das armas, milhões de palestinos civis das suas terras, foi o PRIMEIRO ACTO TERRORISTA E GENOCIDA da região.

Poderios militares

Palestinos
Apenas alguns milhares de guardas e militantes da OLP e do Hamas Espingardas AK-47, explosivos e foguetes artesanais para lançar explosivos

Israel
Um exército sofisticado de várias centenas de milhar de homens que com os reservistas abarca quase toda a população activa.
A 2ª maior frota aérea de aviões norte-americanos do mundo com centenas de F16, F15, F4 Phantom, Helicópteros Apaches, Cobra, Blackhawk, tanques, artilharia e mísseis de longo alcance, mais de 200 bombas atómicas.

Porquê o movimento extremista Hamas quebrou a trégua de 6 meses que tinha feito com Israel?



Porque nessa trégua, Israel se tinha comprometido a permitir a entrada de combustíveis, alimentos, medicamentos e fornecimento de água potável ao território cercado de Gaza.
Ora Israel não permitiu isso, incluindo aos hospitais.


Porque a ONU não envia capacetes azuis para a Palestina para interposição nas fronteiras de Israel com a Palestina???

Porque Israel se recusa a abandonar as terras ocupadas da Palestina e não quer ser fiscalizado.

Os EUA vetam isso na ONU



Albert Einstein, prémio Nobel da Física e cientista sem par, homem de origem judia numa carta publicada pela «Newsweek Times» em Dezembro de 1948, três anos apenas de ter terminado o holocausto



«o Herout, partido de Begin (que veio a ser primeiro-ministro de Israel), é um reflexo dos aspectos mais destrutivos para a nossa época e para o estado de Israel, recentemente criado.
É um partido político que se assemelha muito aos partidos nazis e fascistas pela organização, filosofia e pela atracção que exerce sobre as massas».


«Nós controlamos a América!»
Ariel Sharon, primeiro ministro israelita no Knesset (parlamento israelita), Tel Aviv, 3 de Outubro de 2001.



« De todas as vezes que nós fazemos qualquer coisa, tu (dirigindo-se a Shimon Peres, líder do partido trabalhista) dizes-nos que a América vai fazer isto e vai fazer aquilo... quero-te dizer muito claramente, não te preocupes com a pressão americana em Israel.
Nós, o povo judeu, controlamos a América e os americanos sabem-no bem.»


Até quando???

7 de janeiro de 2009

Mercado de acções


Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por €10 cada. Os aldeões sabendo que havia muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos. O homem comprou centenas de macacos a €10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça. Aí, o homem anunciou que agora pagaria €20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.
Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca. A oferta aumentou para €25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.
O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por €50! Entretanto, como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos macacos.
Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: "Olhe todos estes macacos na jaula que o homem comprou. Eu posso vender por €35 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por €50 cada."
Os aldeões, espertos, pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.
Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente, somente macacos por todos os lados.
Agora você entendeu como funciona o mercado de acções.