24 de fevereiro de 2013

Gaspar não foi ao enterro de D. Claudete


Nicolau Santos
 Quinta feira, 7 de fevereiro de 2013
  

Na terça-feira. D. Claudete, 92 anos, saco de compras na mão, vinda do supermercado, finou-se em pleno passeio público, com um AVC fulminante.
D. Claudete vivia sozinha. A irmã, um pouco mais nova, está moribunda no hospital há meses. Resta uma sobrinha, desempregada.
Foi ela que tratou do enterro. D. Claudete tinha uma reforma de 200 euros e nenhuma poupança. O subsídio de funeral foi cortado. A sobrinha, sem dinheiro, teve de optar pelo funeral em campa rasa.
No Alto de São João, vai D. Claudete em seu caixão de pinho, quando um funcionário do cemitério tenta pregar um número identificativo no esquife. O homem da funerária impede-o. "O caixão é para devolver", diz. O funcionário acompanha então o escasso cortejo, de quatro pessoas, com um pau na mão e em cima o número identificativo.
O padre, por sua vez, pergunta se as quatro pessoas presentes são católicas praticantes. Nenhuma é. O padre decide então que não vai acompanhar o féretro. Um dos presentes explica ao padre, com alguma irritação, que ele está ali por causa da senhora, católica praticante, e não pelos presentes, e que é sua obrigação acompanhar D. Claudete à sua última morada.
O padre permanece na sua recusa, até que a mesma pessoa lhe pergunta quando custa ir até à campa rasa. 150 euros, responde a santa alma. Recebido o dinheiro, o padre decide-se então a avançar.
Há uma escavadora que vai abrindo buracos, que hão de servir de campas rasas, uns a seguir aos outros. Há terra revolvida e, com a chuva, muita lama. Os sapatos enterram-se na lama que há de cobrir os mortos sem posses.
Chegada à sua última morada, D. Claudete é retirada do caixão e colocada no fundo da campa, através de cordas. O padre, contrariado, lembra que do pó viemos e ao pó voltaremos. Os coveiros cobrem rapidamente de terra D. Claudete. O funcionário espeta o pau com o número da campa de D. Claudete. Ao lado, outras cinco covas esperam os seus destinatários. A escavadora não para. Paf! Paf! Paf! Contas por alto, só nesse dia havia 45 covas aguardando os donos a quem o progresso da nação não bafejou.
O homem da funerária leva o caixão para futuros interessados. Um amigo da sobrinha desempregada paga parte dos 1100 euros que custa, ainda assim,  um funeral em campa rasa.
Está uma chuva miudinha. Os sapatos estão cheios de lama. Os quatro acompanhantes de D. Claudete regressam lentamente à vida. Entre eles, não está o ministro das Finanças, que não foi ao enterro porque não conhecia D. Claudete, nem conhece milhares de outras D. Claudetes que, um dia destes, se vão finar subitamente no passeio público ou em casa na solidão. E que só poderão ser enterradas em campa rasa, porque o subsídio de funeral foi cortado e já nem chega para tanto.


A D.CLAUDETE

Ai, D.Claudete, D.Claudete...
Em que país nasceste...
Sabe-se lá como pudeste
Viver tua longa vida,
Com dignidade, amor e paz,
Com teus sonhos, alguém amado,
Num labor permanente,
Rija e de cabeça erguida,
Com uns tostões de mel coado,
Mão à frente e outra atrás...
E teu país indiferente,
De ti inteiramente
Esquecida...
Na morte,
Como na vida...

Ai D. Claudete, D.Claudete
Que tristeza,
Que amargura,
Até na hora do fim, da sepultura...
Fizeram da tua pessoa
A figura
Do que se faz numa retrete...
Tenho vergonha,
D. Claudete...

Rui Borges

20 de fevereiro de 2013

Rússia, 3 diferentes cidades


Os Lusíadas


Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'?

O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.

E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.

Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele
respondeu-me que não sabia, que não foi ele...

Diz o pai:

- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não
foi. Já se fosse o irmão...

Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na
passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...

- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'
respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.

O comandante do posto:

- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele
confessa tudo!

Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no
sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?

- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'.
Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar.
O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer
chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?

O marido, confortando-a:

- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar
foste tu e já não te lembras...!

16 de fevereiro de 2013

Paris 1900


Sabe como capturar porcos


E-factura | Alguém acorde!! Ficheiro SAF-T /privacidade.

De alguém que não eu...

"Para quem não sabe, estou a trabalhar na área de software de gestão, e como tal, os meus últimos meses têm sido vividos um pouco à volta do ficheiro SAF-T.


Antes de mais, o que é um ficheiro SAF-T e a certificação de documentos:

Um software certificado coloca uma assinatura digital nas suas facturas, que, sem vos aborrecer com os detalhes técnicos, garante que a factura não é modificada depois de emitida.

O ficheiro SAF-T era, até 1 de Janeiro de 2013, um ficheiro de auditoria, que era fornecido ao inspector das finanças nos (muito raros) eventos de inspecção das finanças. Este ficheiro sozinho garante que a empresa não foge aos impostos (cruzando com dados multibanco e bancários), não altera os valores e dados das suas faturas e é ainda possível conferir mais uma série de dados. Os ficheiros SAF-T são gerados no momento, e podem ser gerados para períodos de tempo diferentes (1 ano, 1 mês, etc)

O que está dentro de um ficheiro SAF-T?

? Os dados gerais da empresa (morada, nome, nif, conservatória, etc)
? Dados de todos os clientes da empresa (Nome, morada, contacto telefónico, email, nif)
? Informação de todos os produtos ou serviços vendidos pela empresa (referencia, designação do produto)
? Dados de faturação (para cada fatura: data, hora, cliente e nif do cliente, produtos vendidos, valor, valor de iva, etc, etc)

O que acontecia até 1 de Janeiro ? Muitas empresas usavam os talões e vendas a dinheiro, cujo cliente é "consumidor final" e o nif é 99999990, ou seja, informação genérica. 

O que aconteceu em 1 de Janeiro? Muito: 

1. Toda e qualquer transacção tem de ter emissão de fatura. Ou seja, os dados da factura passam para o saf-t com o nº de contribuinte e nome do cliente. Existem as facturas simplificadas que podem ser feitas a um "consumidor final" mas podem ser usadas em apenas casos restritos

2. Todos os SAF-T de todas as empresas nacionais são enviados para as finanças mensalmente

Vou dar um exemplo: 

O Sr. Foo acordo num belo dia de férias de verão. Toma o pequeno almoço no café da esquina (factura 1) e vai ali á sede do partido X pagar a sua cota mensal (fatura 2). Passa pelo templo da sua religião e paga o dízimo (fatura 3). Almoça no seu restaurante favorito (fatura 4), vai ao cinema ver um filme (fatura 5), compra 2 "brinquedos" na sexshop da esquina (fatura 6) e janta uma mariscada á beira mar (fatura 7).. 

No fim do mês, as 7 empresas envolvidas no dia do Sr. Foo vão enviar o ficheiro SAF-T para as finanças, e lá vai a informação: 

? O que o Sr. Foo comeu nessa manhã, a que horas e em que local.
? Qual a sua filiação política, e onde costuma pagar as cotas.
? A sua religião.
? O que almoçou, a que horas, e em que local.
? Que viu o filme Y.
? Comprou "brinquedos" na loja tal.
? Jantou uma mariscada, a que horas e em que local.

Isto num dia. Ao fim de um mês, passam a ter os hábitos de cada cidadão, ao fim de um ano? Têm na mão a vida de uma pessoa. Querem mais? Dois informáticos acabados de sair do curso, com acesso a estes dados rapidamente conseguiam fazer cruzamento de dados. Cruzando por exemplo, o Sr. Foo com a sua esposa, Sr.ª Boo: 

? Tomou o pequeno almoço com a esposa, pois foram 2 cafés e 2 croissants, isto porque a Sr.ª Boo comprou a "Maria" 30 minutos depois no quiosque a 50M do café. (todas as transacções têm de ter uma fatura, tudo é seguido)
? Ela não pagou cotas políticas ou religiosas, o Sr. Foo está nisso sozinho. (cruzamento das faturas do Sr. Foo e Sr.ª Boo)
? Não almoçaram juntos. Almoço foi 1 menu MacDonalds do Sr. Foo e a Sr.ª Boo tem uma fatura de almoço no mesmo dia a 150km de distância. (cruzamento das faturas do Sr. Foo e Sr.ª Boo)
? O filme era sobre che guevara. Isto, aliado á filiação política e religiosa torna o Sr. Foo alguém a seguir no futuro. (Descrição dos artigos vai no ficheiro SAF-T)
? A Sr.ª Boo continua com faturas a 150km de distância, os "brinquedos" e a mariscada para 2 ao jantar sugerem uma amante.

E se o Sr. Foo fosse o líder da oposição? Ou dono de uma empresa a concorrer num negócio do estado? Ou o presidente da república? Ou juiz num processo contra um deputado do partido do governo? Sou apenas eu que vê o PERIGO no envio de todas as faturas emitidas em portugal, mensalmente para o estado? 

E quem tem estas bases de dados? É uma empresa privada? Quem está à frente disto, quem vai garantir a privacidade dos dados? Alguém acorde por favor, alguém nos defenda! 

Os meus receios não ficam por aqui.O ficheiro SAF-T é guardado em plain text! Um curioso informático que ligue o wireless no centro comercial quando a farmácia está a enviar um saft apanha isto(parcial, o ficheiro saf-t inclui, por exemplo, os dados do customer 149): 

SystemEntryDate>2012-12-14T19:27:53

CustomerID>149
ShipTo />
ShipFrom />
Line>
LineNumber>1
ProductCode>177
ProductDescription>Viagra
Quantity>1
UnitOfMeasure>Un
UnitPrice>370
TaxPointDate>2012-12-14
Description>Viagra
CreditAmount>370"

ADSE | UM PEQUENO ESCLARECIMENTO A TODOS OS IGNORANTES (OU PSEUDO IGNORANTES) DESTE PAÍS...


"Ora bem, para responder à pergunta como te sentes hoje Alexandra, começo por dizer que me sinto f...da vida (o que começa a ser hábito).

De facto, argumentos não faltam, todos os dias um diferente, que é para a malta não enjoar!!

Assim, vamos ao argumento do dia, a já famosa, quanto mais não seja pela sua natureza absolutamente estúpida, discussão acerca da extinção, ou não, da ADSE.

Do que tenho ouvido, e tenho de facto ouvido de tudo um pouco, e daqueles comentários que não merecem sequer resposta, não posso, contudo, deixar de responder alguma coisa, na esperança, com certeza vã, de esclarecer algumas mentes confusas (hoje estou dada a eufemismos), que, para além de não saberem do que falam (mas ainda assim o fazem), tentam, sem sucesso dos seus argumentos, esconder aquilo que realmente são, ou seja, mesquinhos, invejosos, maldizentes, mas, acima de tudo, ignorantes!

E como deveria falar quem do que fala sabe, dei-me ao trabalho de pesquisar e perguntar a quem de facto sabe, antes de escrever este relambório.

Posto isto cá vai:

Ouvi (várias vezes) que o desgraçado do trabalhador privado desconta 11% do seu salário para o SNS enquanto o afortunado (fdp) funcionário publico desconta uns míseros 1.5% para a ADSE, usufruindo assim, por muito menos, de todo um conjunto de regalias na área da saúde que não estão ao dispor do trabalhador privado, sujeito às contingências (desastrosas) do SNS.Bom, nunca a expressão "misturar alhos com bugalhos" fez tanto sentido!!

Assim sendo, vamos ao esclarecimento:

O trabalhador privado desconta 11% do seu salário para o Instituto de Gestão Financeiro da Segurança Social, dos quais, 10% são para o Fundo Nacional de Pensões (a reformazinha que todos querem) e 1% para o Fundo de Garantia Salarial e para o Fundo de Desemprego. E assim se explica a razão pela qual a entidade patronal só desconta 10%, uma vez que não tem direito a fundo de desemprego.

O (fdp) funcionário público desconta 1.5% para a ADSE, um subsistema de saúde sem fins lucrativos, e 11% para a Caixa Geral de Aposentações (lá está, a reformazinha que todos querem) *Contas feitas, o (fdp) funcionário público desconta 12.5% do seu salário, face aos 11% do trabalhador privado.*Mas, para sermos justos neste esclarecimento, vamos retirar da discussão o desconto para a ADSE e ficamos assim com descontos equiparados para os mesmos fins, ou seja, 11% para a reformazinha que todos querem.

E o SNS (também conhecido por Sistema Nacional de Saúde), onde fica no meio disto?
Pois bem, o SNS é financiado através do Orçamento Geral do Estado, que, como todos sabem, ou deveriam saber, é GRANDEMENTE financiado pelos impostos dos portugueses, que por acaso, mas apenas por mera coincidência, são também (para não dizer quase todos), dos (fdp) funcionários públicos.

Chegamos assim à conclusão que o (fdp) funcionário público não só desconta para ter um subsistema de saúde que lhe permita alguma qualidade na área da saúde, como também paga para que aqueles que não tendo ADSE, ou qualquer outro do género, tenham um SNS.
Ainda ontem ouvi no fórum da TSF um trabalhador privado falar do alto da sua indignação que se levantava as 4 da manha para ir para o centro de saúde para ter direito a uma consulta, que morava no centro da capital(!!!!, isto fazia parte da indignação, porque dizia o sr., não morava atrás do sol posto, mas sim na capital da nação, sim porque até se aceita que quem mora atrás do sol posto se levante às 4 da manhã para ir ao centro de saúde, o que se torna absolutamente inaceitável é que tal aconteça aos residentes no centro da capital da nação), e que não tinha médico de família atribuído, e mais uma carrada de desgraças, tudo porque na sua qualidade de trabalhador privado, e depois de descontar 11% do seu salário, não tinha ADSE ou qualquer outra regalia que lhe permitisse deslocar-se a outro local que não ao centro de saúde e, forçosamente, usufruir dos bons ofícios do SNS.

Bom, a questão dos descontos estará por esta altura, espero eu, devidamente esclarecida, mas ainda assim, para que não se alegue mais tarde uma profunda ignorância na matéria, os trabalhadores privados não descontam para o SNS, pelo menos diretamente. Indiretamente, TODOS os portugueses financiam o SNS através dos seus impostos. E aí caro sr e outros ignorantes do género, é só fazer as contas e ver, no final da matemática, quem mais contribui afinal para o SNS.

Encerrado este assunto, apraz-me ainda um outro comentário, a título de resposta ao sr em causa e a todos os ignorantes do género, acabem com a ADSE e todos os sub sistemas de saúde e vão ver a fila aumentar!!! E como a grande maioria dos (fdp) dos funcionários públicos residirá nos grandes centros urbanos e não atrás do sol posto, o melhor será começar a pôr o despertador para as 2 da manhã.

A sorte será que alguns dos (fdp) dos funcionários públicos optarão por fazer seguros de saúde privados e assim substituir a ADSE (associação sem fins lucrativos, diretamente vinculada ao Estado) por outro qualquer subsistema chamado MEDIS ou outro qualquer (associação com fins lucrativos, diretamente ligada às seguradoras e aos bancos), contribuindo assim, sem dúvida, para o aumento da riqueza…de alguns (basicamente, dos mesmos de sempre).

Quanto ao SNS, esse permanecerá como sempre, precário e abandonado à sua má sorte, com a diferença de que passará a ter mais utentes, que engrossarão as fileiras dos desesperados das listas de espera desesperada.

E pronto, para os que estoicamente resistiram até ao fim, espero ter ajudado."

POR ALEXANDRA FERNANDES

COMO COMEÇAM ZANGAS NOS CASAIS...


A minha mulher sentou-se no sofá junto a mim enquanto eu passava pelos canais.
Ela perguntou, "O que há na TV? "
Eu disse, "Pó. "

E a briga começou...

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Quando cheguei a casa ontem à noite, a minha mulher exigiu que a
levasse a um lugar caro.
Então eu levei-a ao posto de gasolina.
E então a zanga começou...

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A minha mulher e eu estávamos sentados numa mesa na reunião do liceu,
e eu fiquei a olhar para uma moça bêbada que balançava a sua bebida
enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
A minha mulher perguntou, "Conhece-la?"
"Sim," disse eu, "Ela é minha antiga namorada... Eu sei que ela
começou a beber logo depois de nos separarmos há tantos anos e pelo
que sei ela nunca mais ficou sóbria."
"Meu Deus!", disse a minha mulher, " ninguém imagina que alguém
pudesse celebrar durante tanto tempo!"

E então a zanga começou...

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Depois de me reformar, fui até à Seg. Social para poder receber a reforma.
A mulher que me atendeu solicitou o meu bilhete de identidade para
verificar a idade. Procurei nos bolsos e percebi que o tinha deixado
em casa.
A funcionária disse que lamentava, mas teria que o ir buscar a casa e
voltar depois. E disse-me, "Desabotoe a camisa."
Então, desabotoei-a deixando expostos os meus pelos crespos prateados.
Ela disse, "Esses pelos prateados no seu peito são prova suficiente
para mim," e processou a minha reforma.
Quando cheguei a casa, contei entusiasmado o que ocorrera à minha mulher.
E ela disse: "Por que não baixaste as calças? Poderias ter conseguido
invalidez permanente também... "

E então a zanga começou...

============ ========= ========= =========

A mulher está nua, olhando no espelho do quarto. Não está feliz com o
que vê e diz para o marido:
"Sinto-me horrível; pareço velha, gorda e feia. Realmente preciso de
um elogio teu. "
O marido responde, "A tua visão está perto da perfeição. "

E então a zanga começou...



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O marido volta do Médico e a mulher, toda preocupada, pergunta-lhe:
"E então, o que disse o Médico?".
De pronto, ele respondeu:
"A partir de hoje, não faremos mais amor, estou proibido de comer
coisas gordas."

E então a zanga começou...

12 de fevereiro de 2013

Exploração dos trabalhadores

Que existem exploradores dos trabalhadores e que possuem uma "máquina" ao seu dispor para legislar e para oprimir, já nós sabemos... e compreendendo as caracteristicas e motivos de tais exploradores... que são a obtenção do lucro a todo custo e custe a quem custar...

Agora existirem trabalhadores explorados que colaboram com os exploradores contra quem vive da força do seu trabalho... é que já se pode considerar doença mental. Estes trabalhadores colaboracionistas o que fazem é a troco de um pouco de oxigénio fazerem o trabalho sujo destes exploradores.

Mas isto não é novidade, pois nos campos da morte dos nazis... eram os próprios presos que encaminhavam e castigavam os outros presos, na esperança de viverem mais um dia...

O que esquecem-se é que chegará o dia deles...