12 de janeiro de 2013

Revoltados da merda...


Em relação à possibilidade de poder duplicar a contagem dos anos de serviço para efeitos de reforma, sou contra essa lei tal como o meu partido é contra.

O PCP não é contra essa lei só em teoria, mas também na prática... pois, na Assembleia da República votou contra.
Se sou contra a Ana Teresa Vicente ter requerido a reforma ao abrigo dessa lei? 

Não, não sou...

Seria se não tivéssemos que nos submeter a leis com as quais não concordamos, estaria contra se não fossem roubadas as pensões e salários ao abrigo de leis com as quais não concordo...

Não concordaria e ficava muito chateado se a Presidente da Camara de Palmela andasse a roubar, ou a gerir a Camara em benefício de meia dúzia.

Mas disto ninguém a pode acusar...

O que me chateia é que os trabalhadores não tenham o direito a terem tempo de puderem viver dignamente a sua reforma, depois de terem passado anos a produzirem e a receberem uma milésima das mais valias por si produzidas...

O que me chateia é o desemprego que existe, só porque querem manter os trabalhadores a trabalharem até à data do seu funeral...
O que me chateia é existirem tantos revoltados contra os direitos dos trabalhadores, enquanto andam anestesiados em relação à entrega do nosso dinheiro, de mãos beijadas, aos grandes grupos económicos e banqueiros...

Se tal não acontecesse já não precisávamos ter um povo a passar fome, velhos a trabalharem para comerem um pedaço de pão, crianças a desmaiarem porque não comem...

O que me chateia é que muitos desses revoltados por causa das migalhas, são aqueles que durante anos têm votado nestes sucessivos governos que têm roubado ao povo para dar à agiotagem, como daqueles pseudo apolíticos que tornam-se revoltados e que adoram mostrar a sua revolta em frente ao espelho, mas mais não fazem do que terem contribuído para a existência destes governos criminosos...

O que me chateia é estes falsos moralistas, que estão contra a reforma legal da Ana, serem os mesmos que votaram nos deputados que aprovaram esta lei...

Os deputados do PCP não foram...

Se tivéssemos leis justas... não precisávamos de esperar a morte para termos direito à reforma...

Enfim… estes falsos moralista que enquanto roubaram os, verdadeiros, funcionários públicos batiam palmas… Agora que também lhes calha a eles, ai jesus…

Estes falsos moralista, que parte do seu ordenado é pago por fora… sem impostos, nem descontos…

Enfim, mas o que me importa é o verdadeiro povo e os trabalhadores que lutam para viverem… e não aqueles que existem para exigir que os outros tenham menos do que eles.

Nogueira Leite

Em declarações ao jornal Público, António Nogueira Leite declarou que se demitiu da Administração da Caixa porque a sua missão nesta instituição foi cumprida. Creio que, desta vez, foi verdadeiro … 


Veio da administração do grupo Mello e voltará agora para a administração do grupo Mello . 

Declarou ao jornal que o fazia porque a missão com que veio para a Caixa estava cumprida : 

Veio realizar a OPA do grupo Mello sobre a Brisa e “desalavancar” a dívida do grupo Mello à banca. Em Agosto passado os Mellos compraram de manhã uns milhões de ações da Brisa a 2,75 € cada , principalmente a pequenos acionistas, e entregaram-nas à tarde a três bancos – CGD, BCP e BES – a 6 € cada ação, preço que os bancos consideraram ser o “justo valor” do título. 

No conjunto do lote das ações, os Mellos ganharam 375 milhões de euros, segundo noticiou então o “Diário Económico”. Acrescentava ainda esse jornal que a operação permitiu dar um novo fôlego ao grupo que estaria então à beira da rutura financeira. 

António Nogueira Leite cumpriu a missão com que veio para a Caixa, nomeadamente para a Administração do Caixa BI, Banco de Investimento que, num espaço de dois meses, publicou um “research” a aconselhar o público a comprar as ações da Brisa até ao preço de 3,75 €, montou uma OPA sobre as ações da Brisa aonde os Mellos pagaram 2,75 € por ação e
avaliou as mesmas ações a 6 € para serem entregues aos bancos credores do grupo Mello. 

By by, António Nogueira Leite. Continuação de boa carreira no grupo Mello. E não cumpra a ameaça de emigrar para não pagar impostos, pois em muitos Países, que têm leis rigorosas sobre o mercado de capitais, a atuação descrita no parágrafo anterior daria lugar a prisão ou pelo menos ao pagamento de uma avultadíssima multa …

De alguém que não sei quem...

11 de janeiro de 2013

EXPO98 (Corrupção, Incompetência e Loucura)

EURO 2004 e APITO DOURADO no Youtube (corrupção, branqueamentos e prostituição)

SABADABADU - O Cubo - Ivone Silva

GESTÃO DE OBJECTIVOS... NO CÉU


Havia uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome:
- Carlos Catarino.  Um era sacerdote e o outro taxista.

Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.

- O teu nome ?
- Carlos Catarino.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista.

São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Carlos Catarino.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este  ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Carlos Catarino, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objetivos: É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos! O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...

Os fantasmas


Que língua fala este português !!!???

Encontre as diferenças


8 de janeiro de 2013

VICTOR GASPAR EM 1993


Com tanta versão de Excel e ainda não acertou ?


Ano de 1993: era Cavaco Silva 1º. Ministro e com a economia portuguesa a ruir, um alucinado Braga de Macedo, então seu  ministro das Finanças, foi à Assembleia da República gritar a plenos pulmões que o país era um ?oásis?. Este sketch parlamentar resistiu à passagem do tempo. Quem não resistiu foi Braga de Macedo: após um breve compasso de espera, Cavaco calçou-lhe uns patins.


Quem era o homem que, em 1992, fez as previsões para Braga de Macedo?
Um tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que chefiava o Gabinete de Estudos do Ministério das Finanças. Onde falhou ele nas previsões? Falhou em tudo na evolução da economia e na arrecadação das receitas fiscais.


Veja-se:

Gaspar previu um crescimento do PIB de 2% em 1993, mas a economia acabou por recuar 0,7%, ou seja, um pretenso oásis que Braga de Macedo anunciava acabou numa recessão!!! O Orçamento do Estado para 1993 previa um encaixe à volta de 3.340 milhões de contos (16.660 milhões de euros) com as receitas correntes, mas houve necessidade de fazer um orçamento rectificativo que já
estimava menos 364,7 milhões de contos (1,8 milhões de euros), porque a receita fiscal teve um desempenho bem pior do que aquele governo estava à espera.



Vinte anos depois, o tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que levou Braga de Macedo a estatelar-se contra a parede em 1993, não vos lembra ninguém?»


Mas olhem que é o mesmo que estão a pensar !!

Puxa que o homem ainda não conseguiu aprender nada!!!.

Filmado no Lido de Paris

Jean-Jacques Rousseau