Os fantasmas from SoproLeve
11 de janeiro de 2013
10 de janeiro de 2013
8 de janeiro de 2013
VICTOR GASPAR EM 1993
Com tanta versão de Excel e ainda não acertou ?
Ano de 1993: era Cavaco Silva 1º.
Ministro e com a economia portuguesa a ruir, um alucinado Braga de Macedo, então seu ministro das Finanças, foi
à Assembleia da República gritar a plenos pulmões que o país era um
?oásis?. Este sketch parlamentar resistiu à passagem do tempo. Quem não resistiu
foi Braga de Macedo: após um breve compasso
de espera, Cavaco calçou-lhe uns patins.
Quem era o homem que, em 1992, fez as previsões para Braga de
Macedo?
Um tal Vítor Louçã Rabaça Gaspar, que chefiava o
Gabinete de Estudos do Ministério das Finanças. Onde
falhou ele nas previsões? Falhou em
tudo na evolução da economia e na
arrecadação das receitas fiscais.
Veja-se:
Gaspar previu um crescimento do PIB de 2% em 1993, mas a economia acabou por recuar 0,7%, ou seja, um pretenso oásis
que Braga de Macedo anunciava acabou numa
recessão!!! O Orçamento do Estado para 1993 previa um encaixe à volta de 3.340 milhões de contos (16.660 milhões
de euros) com as receitas correntes, mas
houve necessidade de fazer um orçamento rectificativo que já
estimava menos 364,7 milhões de contos (1,8 milhões de euros), porque a receita fiscal teve um desempenho bem pior do que
aquele governo estava à espera.
Vinte anos depois, o tal Vítor Louçã Rabaça
Gaspar, que levou Braga de Macedo
a estatelar-se contra a parede em 1993, não vos lembra ninguém?»
Mas olhem que é o mesmo que
estão a pensar !!
Criador dos offshores do BCP nas ilhas Caimão é o novo supervisor da Bolsa
Portugal - Esquerda - Miguel Namorado Rosa admitiu ter criado 5 das 17 offshores que levaram a CMVM a condenar sete antigos administradores do banco por prestação de informação falsa ao mercado. Desde esta segunda-feira, é o diretor do departamento de supervisão da CMVM.
Miguel Namorado Rosa, que não foi constituído arguido nos três processos que envolvem estas offshores do BCP, foi ouvido no Banco de Portugal, CMVM e Polícia Judiciária para esclarecer a operação em que os banqueiros criavam offshores para pedir empréstimos com que adquiriam ações do próprio banco nos aumentos de capital desde 2000 e cujas perdas ascenderam a mais de 600 milhões de euros, que os banqueiros tentaram ocultar. A operação ocorreu durante a administração de Jardim Gonçalves e estas offshores chegaram a deter 5% do capital do banco. Para além do fundador do banco, foram também acusados e condenados pela CMVM os ex-administradores Paulo Teixeira Pinto, Christopher de Beck, Filipe Pinhal, António Rodrigues, Alípio Dias e António Castro Henriques, bem como os diretores Luís Gomes e Miguel Magalhães Duarte.
Todos recorreram das sentenças - multas entre 200 mil e um milhão de euros - e esta segunda-feira foi o último dia do julgamento do recurso e sem dúvida o mais surpreendente. O depoimento de Miguel Magalhães Duarte "deixou a audiência de boca aberta", relata o Diário Económico, ao revelar ao juiz que Miguel Namorado Rosa, que assumira a criação de 5 das 17 offshores suspeitas, acabara de tomar posse enquanto diretor do departamento de supervisão da Comissão de Mercado e Valores Mobiliários (CMVM), justamente o organismo de regulação que acusa os ex-banqueiros.
Namorado Rosa exercia funções no antigo BPA quando constituiu as cinco offshores nas ilhas Caimão, a pedido do administrador Pedro Líbano Monteiro. E a sua ascensão ao cargo de diretor da supervisão da CMVM serviu de argumento para Magalhães Duarte - que tenta escapar ao pagamento de 75 mil euros de coima a que foi condenado - defender em tribunal que "isto é a prova que a CMVM não acredita na acusação que nos estão a imputar".
Contactada pelo Correio da Manhã, a CMVM admite a contratação de Miguel Namorado Rosa, sublinhando que ele "não é arguido em nenum dos processos" e tem "uma experiência vastíssima na área dos mercados financeiros". A sentença do julgamento que contesta as coimas aplicadas aos banqueiros está marcada para o próximo dia 18 de janeiro.
Original em
7 de janeiro de 2013
Ao que chegámos...
Prezada(o)s
associada(o)s e amiga(o)s
Para v/ conhecimento junto enviamos, em anexo, cópia de Moção, aprovada por unanimidade na Assembleia-Geral
extraordinária da Associação 25 de Abril,
realizada no passado dia 15, sobre legislação que
se encontra em projecto e que visa abrir a possibilidade dos responsáveis pelas representações diplomáticas
portuguesas poderem decidir sobre a
observação ou não do dia 25 de Abril como feriado nacional.
Mais informamos que o original da referida Moção foi, nesta data, remetido à Senhora Presidente da Assembleia da
República e foi dado conhecimento do teor da
mesma os líderes parlamentares.
Cordiais saudações
Vasco Lourenço
5 de janeiro de 2013
O FILME MAIS ANTIGO DO MUNDO
USA-San Francisco -O filme mais antigo do mundo (sobreviveu ao terremoto de 1906)
Repassando, uma raridade..
SENSACIONAL! Vale a pena ver. Eis o valor de um acervo cultural. É um túnel do tempo! 4 dias depois boa parte, senão a totalidade dessas pessoas estavam mortas e a cidade em ruínas. Perdemos tempo demais com tolices. A qualquer momento a natureza pode nos "deletar".
Para os cinéfilos, segue o que talvez venha a ser o mais antigo filme já produzido (1906)!!
São cenas filmadas a partir de um "cable car" na Market Street, em San Francisco, California.
É surpreendente a quantidade de automóveis que já existiam àquela época.
E quantas imprudências se cometiam, nas barbas dos policiais (Provavelmente, nem havia Leis de Trânsito...)!!
O trânsito era caótico com a convivência, não tanto harmoniosa, entre pedestres, bicicletas, charretes, automóveis, cable car, bondes, etc.
Observe que os bondes que cruzam a rua já possuem tração elétrica!
No final da rua, existe um prédio que está lá até hoje, pois trata-se do terminal de passageiros da Baía de San Francisco.
O filme, após muita polêmica, teve identificada a sua origem, bem como a data de sua produção:
É um filme produzido em 14 de abril de 1906, 4 dias antes do grande terremoto que acabou com a cidade de San Francisco. O filme foi embarcado para New York, num trem, para ser processado, daí ter sido poupado daquela tragédia.
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