11 de outubro de 2012

Só passaram 80 anos...


"...Nós temos que reduzir o salário dos trabalhadores e retirar-lhes o direito à greve."
Adolf Hitler 1933


Soa-lhe Familiar?

8 de outubro de 2012

Nova placa de boas-vindas a Coimbra...


DIABRURAS DO COITADINHO E IGNORANTE SR.BORGES


ESTADO CONTRATA FIRMA DE BORGES


Segundo respostas  categóricas dada ao jornal CORREIO DA MANHÃ por Joaquim Reis, presidente da empresa estatal PARPUBLICA, esta assinou, não a título pessoal de prestação de serviços, mas sim através da empresa ABDL (António Borges & Diogo Lucena), um contrato para prestação de diversos serviços de consultadoria com a duração de um anorenovável e a mensalidade de 25.000 euros.

Se ainda há quem tenha dúvidas de toda esta tourada, este é mais um exemplo do que é a decência e a "total transparência" com que reinam os membros deste governo e os ignorantes professores em quem se apoiam convencidos que a aldrabice, assim, confunde-se menos com corrupção e outras gordurase que assim também, iremos todos de olhos vendados e um sorriso nos lábios a caminho do precipício donde só por obra e graça do Espírito Santo conseguiremos regressar.
Disse.

De alguém que não sei quem...

"sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam", José Saramago em Lisboa

















Autora: https://www.facebook.com/patricia.almeida.90475

6 de outubro de 2012

Greves na CP


Penso que a reclamação não deve ser feira aos trabalhadores da CP, mas à administração... e o governo que é o seu couveiro...

Temos que ter sensibilidade e conhecimento para dizermos o que dizemos.

Pois os trabalhadores estão a fazer greve ao trabalho suplementar, porque obrigam-nos a fazer trabalho suplementar mas não lhes querem pagar esse mesmo trabalho suplementar decentemente...

Por algum motivo a CP não possui os trabalhadores suficientes para o normal funcionamento da CP... porque recorrem de forma corrente ao trabalho suplementar.

Devemos reclamar da decisão que houve de não ser obrigatório os serviços alternativos, quando existe greve ou outras anomalias.

Para quem não sabe, quase todos os maquinistas têm mais de 15 dias de férias para gozarem e a CP não deixa, porque não têm o numero mínimo de maquinistas para a CP funcionar normalmente.

Enquanto isto a REFER está nas "lonas" porque e a FERTAGUS anda a lucrar e muito à conta do Estado.

Para o publico não há dinheiro, para os privados há e muito... o negocio da FERTAGUS foi um atentado aos bens públicos; Além das indemnizações que receberam (o ano passado o lucro da Fertagus foi igual à renda/indemnização) do estado...

Quando foi aberta a linha sobre a ponte 25 de Abril a CP foi proibida de concorrer, dava lucro, pois claro; A Fertagus ganhou o concurso, o estado ofereceu-lhes os comboios (posteriormente obrigaram a CP a comprar esses comboios à Fertagus, e agora estão alugados pela CP à Fertagus - grande negócio), e tiveram direito a indemnizações devido a não terem um determinado numero de utentes (contagem feita pela Fertagus, pois claro).

Por este motivo é que têm os bilhetes e os passes caríssimos...
Agora vão usando e abusando do material da REFER e não pagam um cêntimo...
Grande negócio.
Mas a culpa é dos trabalhadores da CP, pois claro...

3 de outubro de 2012

Os filhotes de salazar/caetano (3ª tiragem)

por Victor Nogueira a Quarta-feira, 3 de Outubro de 2012 às 2:08 ·


A propósito de intervenções nas redes sociais, em blogs ou comentários de lleitores em jornais on-line

Mas que pobreza de argumentação. Com tal nível, os defensores de Salazar contra o 25 de Abril na sua universidade salazarista nem passariam do 1º semestre do 1º ano. Quanto muito seriam “licenciados” como polícias de giro e cacete. Daqueles que usavam fartos bigodes. E muitas vezes imponente barriga

Serão "analfabrutus" ou "inteligentes" os que defendem salazar ou a troika ? Há relação entre salazar e as troikas ?

__________


Como cogumelos depois da chuva aparecem os defensores de Salazar e do Paraíso. Transformado em  Inferno pela "traição" do 25 de Abril." Mas será o 25 de Abril uma traição ao Portugal de Salazar/Caetano? Que Paraísoo havia antes do 25 de Abril ? Paraíso para quem ?

Sim, antes do 25 de Abril era o Paraíso. Havia uma elite de endinheirados ou  iluminados e uma corja de milhões de analfabetos. Ou analfabrutos. Tão analfabrutos que largando o Jardim das Delícias à beira-mar plantado emigravam aos milhares de milhares para procurarem lá fora o pão e o mel que aqui não vislumbravam para além da fome e da miséria e dos bucólicos tugúrios campestres ou encantadores bairros de lata. Aos milhares de milhares. E só os brutos viam e sentiam o trabalho de sol a sol nos campos do Alentejo. E os dias não pagos quando fazia mau tempo. Dias não pagos na agricultura. . Na construção civil e obras públicas. Na indústria das conservas de peixe. E nas horas extraordinárias à borla. E trabalhadores despedidos se adoeciam. Sem assistência na doença. Nem eles nem as famílias. Trabalhadores e suas famílias sem qualquer apoio no desemprego. E trabalho sem direito a férias para a esmagadora maioria.

Havia   as praças da jorna. Sucessores dos mercados de escravos. Antecessoras das empresas de trabalho temporário ! Tudo igual no essencial  - trabalho escravo. Trabalho assalariado. Trabalho precáriio. Tabalho à peça ou à hora. Um elo de ligação- desvalorização do trabalho e da liberdade que não seja a do expllorador ! Seja patrão, seja capitalista, seja empresário, empreendedor ou não !

E havia pedintes e crianças e aleijados - uma esmola “pelo amor de Deus”.Ou “pela sua rica saúde”. E pedintes e aleijados e crianças esmolando. Pelas ruas. Pelas esquinas. À porta das igrejas. E crianças trabalhando sem ir à escola. Vendendo jornais. Ou como marçanos levando as compras da mercearia às casas. E criadas de servir sem direitos e de que se serviam os patrões e seus filhotes. Despedidas – as desavergonhadas – se engravidavam. E os aprendizes - crianças - mão de obra barata.  E maridos que matavam impunemente as mulheres para “lavarem a honra”.  Machos lusitanos viris com amantes e ”espanholas” a quem montavam casa.

E mulheres dependentes da autoridade e arbítrio. do marido e das suas autorizações, do senhor todo poderoso. E apenas “curiosas” para assistirem aos partos. E para fazerem abortos. E filhos, muitos filhos, arrastando-se pela miséria. Ranhosos, Esfarrapados, Famintos. Enfezados.  E as mães tendo de ir trabalhar logo a seguir ao parto. Para não serem despedidas ! E as mulheres com salários inferiores aos dos homens. Porque salazar e os patrões as consideravam seres inferiores.  Era a Lei. Estava na Lei !

Porque será que as crianças nascidas depois  do 25 de Abril são mais altos que os nascidos anteriormente ? Talvez porque só depois do 25 de Abril passou a haver acompanhamento das mães durante a gravidez e partos assistidos nos hospitais públicos com acompanhamento médico às crianças e jovens. E possibilidade das populações darem melhor alimentação aos filhos. Incluindo leite e abandonando as "sopas de cavalo cansado", isto é, pão e vinho,  que embruteciam logo desde a nascença em muitas aldeias e vilas e cidades de Portugal.  

E velhos que se enforcavam devido à miséria. Sem dinheiro. Sem saúde. Sem apoios sociais. E famílias a comerem o pai uma sardinha e os filhos côdeas de pão. E vinho, muito vinho e tabernas a cada esquina para “dar de comer a um milhão de portugueses”. E em muitas vilas e aldeias do Alentejo duas sociedades “recreativas” – a dos pobres e a dos ricos. E a pobreza envergonhada da pequena burguesia.

E os “criados” dos cafés e os motoristas de taxi e os engraxadores – velhos ou miúdos – vivendo apenas da gorjeta. Sem direitos. E os aprendizes de operário ou de costureira ou mesmo criadas de servir  - crianças - que muitos não eram remunerados pelos patrões.

E na verdade não havia tantos automóveis. O povo e os trabalhadores andavam de eléctrico ou de autocarro, cada vez mais amontoado como gado nos transportes colectivos. Ou de motorizada. Ou de bicicleta. Ou a pé. Meios  de transporte saudáveis, curtidos pelo sol, ou pelo frio, lavados pela chuva, refrescados pela brisa no rosto !

E aldeias e vilas e bairros de lata de norte a sul e no interior, sem água canalizada. Sem electricidade. Sem esgotos. E as casas  sem instalações sanitárias ou de banho. "Aliviando-se"  as pesoas ao ar livre. Atás duma moita ou das estevas. E as malvas a servirem de papel higiénico. E as ruas lamaçais. E uma bicia ou fonte para o povo.  De cantaro à cabeça ou à ilharga.

E a Ponte sobre o Tejo ! Ah! A Ponte sobre o Tejo que não era de Salazar construída com o desalojamento forçado e com indemnizações de miséria aos habitantes e proprietários de Alcântara. E os bairros de lata. E os mortos nas cheias de 1967 em Lisboa porque Salazar não permitiu que as populações fossem alertadas das chuvadas torrenciais que se avizinhavam. E os milhares de camponeses mortos em Janeiro de 1961 na Baixa do Cassanje, em Angola, numa área maior que Portugal, em greve contra o regime de monocultura da Cotonang, metralhados e regados com napalm pelas Forças Armadas Portuguesas E tantos e tantos massacres com as almas voando para o Paraíso se inocentes de que os jornais não falavam. Massacre da Baixa do Cassanje anterior aos massacres perpetrados pelos camponeses do Norte de Angola, enquadrados pela UPA com o apoio não da URSS mas dos EUA. Em 15 de Março de 1961

A mentira do Portugal do Minho a Timor, onde nas colónias e apesar de 5 séculos de ocupação a esmagadora maioria das populações não falava português nem tinha direitos de cidadania. Apressadamente reconhecidos apenas depois do início das revoltas na Guiné, Angola, Moçambique, S. Tomé e Princípe  ... Isto é, depois de 1961. E  os brancos lá nascidos, durante muito tempo oficialmente considerados "brancos de 2ª." Era o registo no Bilhete de Identidade. Colónias portuguesas cujos territórios em África só foram "ocupados" depois da Conferência de Berlim, em 1885. Após as campanhas militares de ocupação e "pacificação" contra a resistência dos africanos. Campanhas militares efetuadas no final da Monarquia e prosseguidas durante a I República ! Resistência dos povos africanos tão respeitável e  louvável como a que ao longo de séculos o povo português tem feito à ocupação ou tentativas de ocupação de Portugal pelo Reino de Castela ou fazem à invasão e ocupação pela Troika FMI-BCE-UE..

E cargas policiais e da GNR e a PIDE para os “desordeiros”  e "díscolos". “Desordeiros” ou "díscolos" eram todos os que faziam greve. Ou reivindicavam melhores salários ! Ou melhores condições de vida e de trabalho ! Ou pediam trabalho. Ou que se manifestavam fora do enquadramento do Governo. Despedidos de imediato e não poucos presos e torturados. Ou - pelas forças de "segurança" -  impunemente assassinados.  Trabalhadores.  Assalariados rurais, Gente do Povo. Incluindo comunistas. Ou estudantes. Ou o genaral Humerto Delgado. Tudo "a bem da Nação". "Tudo pela Nação e nada contra a Nação !  Eram  "(des)Governos de Salvação Nacional"

Gente tão bruta que precisava de ser vigiada para não se tresmalhar. Tão bruta que precisava de autorização para se manifestar.  Tão bruta que precisava de autorização para se associar.  Tão bruta que precisava de autorização para se reunir. Tão bruta que não podia votar para não escolher ... mal. Isto é, para não mijar fora do penico. Outros pensavam e decidiam pelos analfabrutos. Gemte tão bruta, sempre vigiada no que escreviam ou diziam. Vigiada pelos pelos coronéis da censura prévia do lápis azul ou cercados  por dez mil olhos e cem mil orelhas em redor.  Salazar dizia e os livros da escola repetiam -  "Casa onde há fome  todos ralham e ninguém tem razão" ou "Se soubesses o que custa mandar toda a vida gostarias de obedecer". Por isso só era reconhecido um Partido - o da União Nacional. Proibidos e perseguidos sobretudo o Partido Comunista Português e os sindicatos. Sindicatos "protegidos" pelo Governo e Patronato. Tudo em nome da submissão e do respeitinho. Submissão e respeitinho ao pai e chefe de família. Submissão e respeitinho ao professor e na escola. Submissão e respeitinho a "Sua Excelência" o "venerando" presidente da República, aos governantes e ao Governo. Submissão e respeitinho a "sua Excelência o senhor professor doutor" Salazar/Marcelo. E, sobretudo, submissão e respeitinho ao Patrão e ao Chefe e à Santa Madre Igreja. Tudo, repete-se, "a bem da Nação".  "Tudo pela Nação e nada contra a Nação"  Eram  "(des)Governos de Salvação Nacional"

Analfabrutus e falhos de inteligência todos quantos tentaram derrubar Salazar ou Caetano ? O  Presidente da República, general Carmona, após a II Guerra Mundial. O almirante Quintão Meireles. O general Norton de Matos. O general Craveiro Lopes, Presidente da República. O General Humberto Delgado em 1958. O General Botelho Moniz depois do início da guerra colonial, em 1961. Coadjuvado pelo futuro general Costa Gomes. Os Generais Spínola e Costa Gomes. [ Afinal o único Presidente da República que não quis demitir Salazar após o termo da II Guerra Mundial foi  o "Venerando" corta-fitas Almirante Américo  Tomás. ] Muitos destes apoiados não pela URSS mas pelos EUA. E, sobretudo - aberta ou surdamente -contestavam o Paraíso a maioria do povo português e os trabalhadores, incluindo  os comunistas !

E as colónias que até 1961 se não podiam industrializar nem desenvolver para se proteger a indústria de Portugal, na Europa. E a guerra colonial. Cada vez com mais  refractários ou desertores. Entre os soldados e os oficiais. Analfabrutos que não percebiam porque haviam de morrer ou ficar inválidos e abandonados. Ou traumatizados pelo stress da guerra. E que, “sem inteligência”, zarpavam e zarpavam e zarpavam … de Portugal.

Sim não eram portugueses de rija cepa e pegas de cernelha ou a rabejar. Eram todos estrangeiros. Milhões de estrangeiros. Que analfabrutos não vislumbravam o Paraíso mas apenas a fome, a miséria, a doença, a falta de trabalho. Sim milhões de estrangeiros, milhões de estrangeiros na Pátria que os viu nascer. Pátria madrasta onde, analfabrutos, muitos sem a 4ª classe, apenas viam a fome, a miséria, a doença, a falta de trabalho.

Sem inteligência para vislumbrarem o Paraíso do dia-a-dia espelhado nos jornais e na televisão de Salazar/Caetano E lembrado pelos filhotes de Salazar/Caetano. Eles sim, Portugueses de alto gabarito ! Mas, ao contrário de Salazar/Caetano, pouco dados ao estudo. E à reflexão. E ao contraditório. Porque estudar e argumentar sem frases feitas ou bafos de café-taberna custa e cansa. Na razão inversa da inteligência.
























bidonville ou bairro de lata













































guerra colonial portuguesa























carga policial sobre manifestantes na vila (operária) do Barreiro


















CINCO MINUTOS DE PURO ENCANTO... (OSi)

Algum génio pegou na  música "saturday night fever" dos Bee Gees e encaixou em diversos filmes musicais.

Trechos - com Rita Hayworth, Fred Astaire, Gene Kelly e outros, dançando perfeitamente num ritmo alucinante. 

E a Rita lindíssima, lembrando a sua personagem no filme GILDA de 1946 com Glen Ford faz jus ao slogan da saudosa época - "Nunca houve uma mulher como Gilda".

Uma montagem incrivel de"Saturday night fever" des Bee Gees !!!!


2 de outubro de 2012

AULA PRÁTICA DE DIREITO - VALE A PENA LER!...

Uma manhã, quando o nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

- Como te chamas?

- Chamo-me João, senhor.

- Saia da minha aula e não quero que volte nunca mais ! - gritou o desagradável professor.

João estava desconcertado. Quando recuperou, levantou-se rapidamente, recolheu as suas coisas e saiu da sala. Estávamos assustados e indignados, mas ninguém disse nada.

- Agora sim ! - perguntou o professor - para que servem as leis ?...

Assustados, pouco a pouco, começamos a responder à sua pergunta:

- Para que haja uma ordem na sociedade.

- Não ! - respondia o professor.

- Para cumpri-las.

- Não !

- Para que as pessoas paguem pelos seus actos.

- Não ! Será que ninguém sabe responder a esta pergunta ?

- Para que haja justiça - disse timidamente uma garota.

- Até que enfim ! É isso... para que haja justiça. E agora... digam-me, para que serve a justiça ?

Começávamos a ficar incomodados pela atitude grosseira do professor, mas lá íamos respondendo:

- Para salvaguardar os direitos humanos...

- Bem, que mais? - perguntava o professor.

- Para diferenciar o certo do errado... Para premiar quem faz o bem...

- Ok, não está mal, porém... mas, respondam a esta pergunta: agi correctamente ao expulsar o João da sala de aula? ...

Ficámos todos calados.

- Quero uma resposta decidida e unânime !

- Não ! - respondemos todos a uma só voz.

- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça ?

- Siiiim !

- E por que é que ninguém fez nada a respeito disso? Para que queremos leis, e regras, se não dispomos da vontade necessária para as praticar ? Todos e cada um de vós tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais ! - Vá chamar o João - disse, olhando-me fixamente.

Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.

Quando não defendemos os nossos direitos, perdemos a dignidade.

 E A DIGNIDADE NÃO SE NEGOCEIA.

1 de outubro de 2012

Um recado para uma hora que, possivelmente, se aproxima a passos largos


NÃO faça nas URNAS o que costuma fazer na sanita, pois na sanita você faz a descarga e não vê mais, mas nas urnas você leva 4 anos a ver a merda que fez.

Avaliação da sua casa...


Mais do crápula

O crápula sabujo Mário Crespo escreveu achando que a cunha do seu amigo Miguel Relvas seria seguríssima, como foi rejeitado o seu veneno manifesta-se todas as noites denegrindo a imagem da RTP informando milhões de custo e/ou prejuizo (não é verdade, pois este ano dará lucro) e depois despede-se imitando o filme do Geoge Clooney "Good Night and Good Luck"...ridículo,  vejam:



30 de setembro de 2012

Caiu a máscara de um crápula



O texto vem de Moçambique que ao que parece têm em fraca conta o jornalista Mário Crespo.

O sujeito que observo neste texto é aquele que diariamente fecha o telejornal  da SIC dizendo que a RTP gasta,  diariamente, não sei quantos milhões e que dá pelo nome de Mário Crespo.

Este sujeito foi meu colega de liceu salazar, em Lourenço Marques, hoje Maputo. Sempre foi mau estudante, mas cheio de truques e boas amizades, sobretudo com a Mocidade Portuguesa.

Á custa das amizades, supõe-se, fez a "guerra" como relações públicas do Gen Kaúlza de Arriaga,  Comandante Chefe, em Moçambique.

Com o fim da guerra tornou-se no "papagaio" da rádio do apartheid na África do Sul, a SABC.
Com os estertor do regime sul africano, esperto como é, resolveu mudar de ares. Como era bem falante em inglês,e certamente com bons contactos nos protectores do apartheid (USA), veio para Portugal onde logo lhe ofereceram um bom tacho na RTP- correspondente em Washington. Trabalhava pouco, o que parece ser mal de nascença, mas gastava muito do dinheiro de todos nós, em cartões de crédito, ajudas de custo, festas, whisky etc. Foi devolvido, por má figura, para Lisboa. Infelizmente, em vez de ser despedido, foi colocado na prateleira onde a SIC o foi buscar.

Imaginem quem o repatriou de Washington para Portugal. Um governo do PS! Está explicado o posicionamento político do crápula.

Os jornais revelaram que o seu amigo Relvas apadrinhava o regresso do Crespo à RTP. O Presidente da RTP, e bem, recusou.
Foi demitido.

PS- Para que se saiba.Quando durante o governo de José Sócrates, este já farto do aproveitamento da posição de pivot na SIC Notícias, Mário Crespo fazia em directo uma campanha sem fundamento e contra o governo, José Sócrates então declarou num restaurante a um amigo que almoçava com ele, que era preciso afastar o Mário Crespo. Esta frase de desabafo foi ouvida numa mesa ao lado onde se sentava um amigo do Mário Crespo que lhe foi dizer, atiçando-o e dando origem a uma série de atitudes de aproveitamento político que envolveram a Assembleia da Republica onde o Mário Crespo também foi depor, fazendo então uma cena ridícula com uma Tshirt. Ora, quem era o amigo do Mário Crespo que ouviu o desabafo de José Sócrates....foi o "dr" Miguel Relvas.

Pertencem ambos ao mesmo conjunto de pessoas-tipo.

De alguém que não sei quem...

27 de setembro de 2012

Parece mas não é "brincadeira"...


Com tanta dificuldade em cortar a despesa ( falar é fácil ?.)  será que não conseguem dar um  TOQUE nesta lista?. 

Depois das fundações, tínhamos esquecido os observatórios...

Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório da doença e morbilidade (...se só para a saúde são 3 para a doença 1 é pouco!!!)
Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas (...mais 3 !!!)
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório do turismo
Observatório para a igualdade de oportunidades
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional (...???)
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria(...o que é que esta gente fará ??)
Observatório sub-regional da Batalha (...deve observar o que o de Leiria deveria fazer ??)
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente da justiça
Observatório estatístico de Oeiras (...deve ser para observar o SATU !!!)
Observatório da criação de empresas
Observatório do emprego em Portugal  (...este é mesmo brincadeira !!!)
Observatório português para o desemprego  (...este deve ser para "espiar" o anterior !!!)
Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português(...importante para os acordos "Brasilaicos-Portuenses" e mudar a Estória deste Brasilogal !!!)
Observatório de segurança
Observatório do desenvolvimento do Alentejo (...este deve ser para criar o tal deserto do Sr. "jamé" !!!)
Observatório de cheias (...lol...lol...)
Observatório das secas (...boa...)
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade dos serviços de informação e conhecimento(...mais 3 !!!)
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores (...serão da DECO ??)
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal  (...o que é estes fazem ???)
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório para as crenças religiosas  (...gerido pelo Patriarcado com dinheiros públicos ???)
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas
Observatório dos mercados rurais (...espetacular)
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais (...valha-nos a virgem !!!)
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira (lol...lol...)
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações (...este não existe !!! é mesmo tacho !!!)
Observatório da natureza
Observatório qualidade (...de quê??)
Observatório quantidade (...este deve observar a corrupção descarada)
Observatório da literatura e da literacia
Observatório nacional para o analfabetismo e iliteracia
Observatório da inteligência económica (hé! hé!! hé!!!)
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório das ciências do 2º ciclo (...será que a Troika mandou fechar os do 3º, 4º e 5º ciclos)
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
Observatório permanente das organizações escolares
Observatório médico
Observatório solar e heliosférico
Observatório do sistema de aviação civil (...o que é este gente fará ??)
Observatório da cidadania
Observatório da segurança nas profissões
Observatório da comunicação local(...e estes ???)
Observatório jornalismo electrónico e multimédia
Observatório urbano do eixo atlântico (...minha nossa senhora !!!)
Observatório robótico
Observatório permanente da segurança do Porto (...e se cada cidade fosse criado um !!!)
Observatório do fogo (...que raio de observação !!)
Observatório da comunicação (Obercom)
Observatório da qualidade do ar(...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???)
Observatório do centro de pensamento de política internacional
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais (...este é bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!)
Observatório europeu das PME
Observatório da restauração
Observatório de Timor Leste
Observatório de reumatologia
Observatório da censura
Observatório do design
Observatório da economia mundial
Observatório do mercado de arroz
Observatório da DGV
Observatório de neologismos do português europeu
Observatório para a educação sexual
Observatório para a reabilitação urbana
Observatório para a gestão de áreas protegidas
Observatório europeu da sismologia (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???)
Observatório nacional das doenças reumáticas
Observatório da caça
Observatório da habitação
Observatório Alzheimer
Observatório magnético de Coimbra

 
Pergunta: O que é que toda esta gente observa? Tornou o País melhor???

Manifesto dos Estivadores de Portugal (as razões de uma luta)


GOVERNO-UGT- PATRÕES E FEDERAÇÃO ASSINAM ACORDO SOBRE REGIME JURÍDICO DO TRABALHO PORTUÁRIO

MAIS UMA VEZ OS DO COSTUME, VIERAM PRESTAR O SERVICINHO E VENDER O RESTO.
MAIS UMA VEZ O GOVERNO IGNOROU OS SINDICATOS REPRESENTATIVOS DE MAIS DE 80% DOS TRABALHADORES PORTUÁRIOS. PORQUE PROTESTAMOS , PORQUE NÃO ACEITAMOS QUE NOS QUEIRAM EXTERMINAR, PORQUE DEFENDEMOS O NOSSO GANHA-PÃO.
MAS NÃO PODEMOS NEM VAMOS DESISTIR. HÁ QUE CERRAR FILEIRAS E LUTAR.
NO CAMPO NOTÍCIAS ANEXAMOS UMA NOVA VERSÃO DO DRAFT, ENVIADO PELA TUTELA PARA A FRENTE COMUM  NO FINAL DA TARDE DE TERÇA FEIRA DIA 11 DE SETEMBRO E O COMUNICADO DO GOVERNO SOBRE O ACORDO DA TRAIÇÃO ASSINADO ONTEM DIA 12 DE SETEMBRO.


Manifesto dos Estivadores de Portugal (as razões de uma luta)

O governo português aprovou ontem em CM uma nova legislação de trabalho portuário que terá implicações terríveis no futuro profissional e pessoal dos actuais e futuros estivadores.

A reestruturação do sector portuário tem vindo a ser apresentada, desde há largos meses a esta parte, como a grande aposta para o relançamento da economia nacional. A propagandeada queda dos preços no sector, na ordem dos 30%, e a sua hipotética repercussão nos negócios das exportações, a acontecer, foi concebida à custa da precarização das relações laborais e do falacioso abaixamento nos custos do factor trabalho.
Apresentamos as 10 principais razões da nossa luta:
1.      Não aceitamos a diminuição do nosso âmbito de actividade tal como a legislação pretende. Os estivadores trabalham em toda a extensão das zonas portuárias na movimentação e controlo de cargas e sempre trabalharam exclusivamente e apenas neste âmbito geográfico delimitado. Não aceitamos o retalhamento dos portos.
2.      Recusamos essa diminuição do nosso âmbito de actividade porque ela conduziria ao despedimento colectivo de mais de 2/3 dos actuais estivadores profissionais portugueses o que equivaleria a mais umas centenas de portugueses para engrossar as filas de desempregados. Pelo contrário, exigimos a contratação efectiva de largas dezenas de novos trabalhadores de que este lucrativo sector carece para ser competitivo.
3.      Repudiamos ainda este retalhamento no nosso âmbito de actividade porquanto, por imposição da lei proposta, os patrões despedem estivadores profissionais para poderem contratar, exactamente para as mesmas funções e para os mesmos locais de trabalho, trabalhadores precários em diversos regimes contratuais de miséria.
4.      Não toleramos esta manobra do governo porque precariza e restringe brutalmente o trabalho dos estivadores para oferecer de mão beijada aos monopólios dos donos dos portos a possibilidade de utilizarem a precariedade laboral em toda a sua plenitude e com consequências sociais terríveis.
5.      Ainda menos aceitamos o que toda esta manobra representa em termos de transferência financeira de rendimentos do bolso dos trabalhadores para engrossar as chorudas contas bancárias dos patrões deste altamente lucrativo sector.
6.      Não podemos aceitar a anunciada falácia segundo a qual, através da precarização do trabalho portuário, o Governo pretende, alegadamente, alcançar uma diminuição na factura portuária na ordem dos 30% quando todos sabem que a componente dos custos do trabalho nos custos totais da operação portuária é perfeitamente irrisória.
7.      No que aos custos do sector diz respeito, não estamos disponíveis para sermos mais uma vez usados como supostos entraves ao processo de reestruturação e, por isso, exigimos que antes de qualquer tentativa para reformular a actual legislação, sejam feitas auditorias contabilísticas, financeiras e fiscais às empresas de estiva e empresas de trabalho portuário.
8.      Não aceitamos a eliminação da carteira profissional que integra a legislação de 1993 publicada por um governo liderado pelo actual Presidente da República, Cavaco Silva, na sequência da assinatura do único Pacto Sectorial alcançado. O Estado nunca honrou este compromisso e fomentou a ilegalidade durante os últimos 19 anos.
9.      Não aceitamos ser cobaias de experimentalismos ultraliberais no modelo de trabalho dos portos para aplicar aos estivadores dos restantes países europeus tal como, num misto de arrogância, ignorância e apreciada ingenuidade, a tutela se veio gabar para os órgãos de comunicação social e assim despoletar manifestações de solidariedade internacional com graves consequências no desempenho da nossa dependente economia.
10. Repudiamos as manobras continuadas por parte de empresas do sector no sentido de falências com contornos suspeitos por parte de Empresas de Trabalho Portuário tentando provocar com a chantagem desta ameaça a insegurança laboral dos estivadores e assim tentarem alcançar os seus objectivos de descida dos salários e de precarização total das relações de trabalho.

Rejeitamos tudo aquilo que antecede quando acresce que todos estes ataques aos estivadores são perpetrados em clara violação de compromissos internacionais ratificados por Portugal, nomeadamente a Convenção nº 137 da OIT – Organização Internacional do Trabalho.

O Governo está a trair as perspectivas de futuro dos actuais profissionais da estiva e impede que centenas de jovens portugueses desempregados possam aceder a esta profissão digna, condenando-os a uma miséria perpétua ou, em alternativa, a emigrarem.

Os estivadores portugueses, associados em sindicatos de origens centenárias nunca esquecem o compromisso geracional de deixar melhores condições para aqueles que, no futuro, irão continuar a desenvolver esta dura mas nobre profissão.

Pelos objectivos miseráveis que pretendem atingir bem como pela forma violenta e desumana como delinearam lá chegar, os estivadores consideram que este governo está no topo da lista de organizações terroristas!

Queremos denunciar a ousadia do Primeiro-Ministro ao ter mentido aos portugueses quando anunciou um inexistente acordo histórico com os estivadores para avançar com a nova legislação para os portos. A generalização do senhor Primeiro-Ministro refere-se a apenas 15% dos estivadores nacionais, ignorando a declaração de um período de greve por 36 dias na maioria dos portos nacionais onde trabalham os outros 85%.

Para tornar ainda mais sórdido o acordo encenado, o Primeiro-Ministro também sabia que estava a assinar um simulacro de acordo com organizações sindicais que já tinham alienado os postos de trabalho dos seus próprios associados.

Por este brutal ataque aos estivadores e às suas organizações de classe, que se vem somar ao ataque generalizado ao nosso estado social, e em solidariedade para com o povo português, castigado pelo desemprego crescente, precariedade galopante e empobrecimento violento, demita-se senhor Primeiro-Ministro.

Durante a ditadura, os estivadores já sofreram muitos ataques.

Não será agora que viramos as costas à luta.

Nunca mais caminharemos sós!

Em blog: http://estivadeportugal.blogspot.pt     e no Facebook: Estivadores de Portuga

Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012