8 de outubro de 2010
O FUTURO
um passo atrás são sempre dois em frente
e um povo verdadeiro não se trai
não quer gente mais gente que outra gente.
Isto vai meus amigos isto vai
o que é preciso é ter sempre presente
que o presente é um tempo que se vai
e o futuro é o tempo resistente.
Depois da tempestade há a bonança
que é verde como a cor que tem a esperança
quando a água de Abril sobre nós cai.
O que é preciso é termos confiança
se fizermos de Maio a nossa lança
isto vai meus amigos isto vai.
José Carlos Ary dos Santos
7 de outubro de 2010
Ajudar a Grécia...
Ajuda económica apresentada pelos líderes europeus, como sendo uma ajuda inócua de interesses paralelos, e que tendo como objectivo ajudar o Povo Grego a sair da crise.
No entanto esta ajuda, com a complacência dos mandantes Gregos é uma simples hipocrisia, que não é para ajudar o Povo Grego, mas sim, servindo-se do povo Grego para alimentar os interesses dos armamentistas.
Enquanto isso, o Povo Grego é roubado nos seus ordenados, sobrecarregados de pagamento de impostos, sofrem com a falta de emprego, passam fome…
Isto tudo para a Grécia ter dinheiro para pagar os juros do dinheiro que lhes emprestaram, com taxas de juro altíssimas, para pagarem o armamento…
Em Portugal, o mesmo também se passa… reduz-se as prestações sociais, aumenta-se os impostos, querem diminuir os ordenados… e a seguir andam a comprar armamento.
Para quê?
Para mais uma vez sermos uns bons meninos e colaborarmos com a NATO, para colaborarmos na invasão de países, matar pessoas… em defesa dos interesses de meia dúzia de Países que a pretexto do terrorismo, invadem Países para colocarem os seus vassalos à frente desses Países, para deste modo terem o caminho aberto para manipularem as mentes, roubarem os bens energéticos e fazerem os respectivos povos de vassalos.
Seixal...
Há muito tempo que não ia ao Seixal, e hoje proporcionou-se ir jantar a essa bela terra… e que rico jantar.
Recomendo a todos que dêem uma volta pelo Seixal, e vejam na terra que se tornou;
Só não compreendo, como uma ponte que foi destruída há mais de 35 anos e que ligava o Barreiro ao Seixal, em 10 minutos, mantêm-se destruída; Desta forma, uma viagem Barreiro/Seixal que podia durar 10 minutos, é preciso 1 hora para fazer esse mesmo percurso.
Para quem não sabe como e o porquê de ter sido destruída, convido a pesquisarem para saberem a resposta.
Enquanto isso aconselho-vos a visitarem o Seixal e a almoçarem/Jantarem no restaurante da Sociedade Filarmónica Democrática Timbre Seixalense, o lombinho é óptimo, o peixe delicioso… e não é caro…
2 de outubro de 2010
Tudo por interesse nacional…

Estes defendem verdadeiramente o interesse nacional, e para demonstrarem isso, não entram em peixeiradas no que toca a assuntos de grande interesse e relevo para os interesses nacionais… ao contrário de outros traidores que por ai andam…
Tendo a Associação Portuguesa de Bancos admitido que os lucros referentes ao ano de 2009, resumiram-se a uma miséria superior a 5 milhões de euros por dia, e que tiveram uma tributação efectiva, elevadíssima, de 4,3 por cento. O PS, PSD e CDS não entraram na canalhice de exigirem que estes miseráveis lucros fossem tributados a uma taxa de 25 por cento, como certos traidores à pátria exigiam.
Não se entende que, estes traidores do interesse nacional, pretendam que a banca pague uma taxa de IRC como qualquer outra empresa. Sendo que os cerca de 2 429 milhões de euros, que o estado poderia receber em receita fiscal, são muito mais dignos de receber se forem pagos pelos trabalhadores, e é uma medida justa, e no interesse nacional.
Mas estes traidores não entendem quanto interesse tem para o País a realização de transacções, tal como aconteceu com a venda da participação da PT na Vivo à Telefónica; Em que os accionistas alienaram esta empresa, por interesse nacional, e só receberam pouco mais de 6 mil milhões de euros de mais-valias. Estes traidores ainda achavam que as mais-valias bolsistas, que a venda proporcionou, deviam ter sido objecto de pagamento de imposto.
O que esteve mal nesta situação foi a necessidade de terem recorrido a um paraíso fiscal na Holanda, para chegarem a Portugal sem pagarem impostos; Quando o que devia ter acontecido, e em respeito ao interesse nacional que os accionistas demonstraram, era terem-lhes ido levar o dinheiro a casa com um cartão de agradecimento.
Não contentes com estas posições, estes traidores, ainda defendem que as operações das chamadas SGPS, bem como dos privilégios dos gestores de grandes empresas, deviam ser objecto de tributação das mais-valias; Isto são ideias de loucos, agora só falta dizerem que as SGPS deviam pagar imposto sobre os imóveis que possuem… estes traidores do interesse nacional.
Se o estado precisa de mais receita, aumentem os impostos sobre os imóveis dos particulares.
Estes traidores nacionais já me enjoam, e ainda defendem a criação de um novo imposto, que taxe em 0,1 por cento todas as operações bolsistas e em 20 por cento as transferências financeiras para os paraísos fiscais, assim como, uma tributação extraordinária dos patrimónios mais elevados; Isto é um roubo…
Estes traidores deviam ser presos, pois querem por em causa o Interesse Nacional, e com isso não se brinca.

Sr. Prof. Cavaco Silva, digníssimo Presidente da República, no seguimento do interesse nacional que tem demonstrado, através do seu apoio às politicas que têm sido aplicadas e apoiadas pelo PS, PSD e CDS, ao longo destes anos todos;

Peço-lhe que tal como tem sido sua conduta, na condecoração de verdadeiros defensores do interesse nacional, podia e devia condecorar o nosso Sócrates, o nosso Passos Coelho e o nosso Paulo Portas, como grandes defensores do interesse nacional.
E não se esqueça convidar para a cerimónia um grande homem, que sempre teve em consideração o interesse nacional, o nosso Mário Soares, homem que muitos sacrifícios fez, na defesa do interesse nacional.

30 de setembro de 2010
O meu obrigado...
Mas agradeço também a todos aqueles que votaram PSD, CDS e não votaram... pois ambos colaboram e colaboraram para que eu fique mais pobre, e eu já não sabia o que fazer ao dinheiro.
Como agradeço a estes por continuarem a contribuir para quem mais têm continue a pagar menos...;
Só assim podemos empurrar a dor de ter riqueza, para aqueles que já muito possuem... muito obrigados a todos...
Como é bom, cada vez mais, ver a rua com sem abrigos, famílias sem terem o que dar aos seus filhos... minha rica comunicação social que todos os dias das-me o prazer de ver a miséria ao natural, pois por ti nada sei...
só sei que é inevitável
http://economico.sapo.pt/noticias/iva-aumenta-para-23_100323.html
29 de setembro de 2010
Fazedores de opinião…
A comunicação social que depende dos senhores do dinheiro, presta-se à vassalagem através dos seus fazedores de opinião, bem instruídos e formatados em fazer da mentira uma realidade, em tornar justo o que é criminoso.
Esta vassalagem é demonstrada através de mimos, sobre quem trabalha e é explorado diariamente em prol de quem ganha milhões, paga tostões de impostos e possui mecanismos para sair impune e não pagar impostos sobre lucros obtidos.
Enquanto que os fazedores de opinião não tocam neste tipo de assuntos, e quando tocam é para defender o indefensável, mas é para isto que eles são pagos, são pagos para venderem a sua consciência.
Ao mesmo tempo que existem “toneladas” de precários a trabalharem, por meia dúzia de tostões, nestes meio de comunicação social, e que se abrirem a boca para dizerem verdades, no outro dia estão no desemprego… e muitos sem direito ao subsídio de emprego.
Os meios de comunicação social não tocam nos interesses dos banqueiros e amigos, pois se assim fosse, já não teriam utilidade e deixavam de ser financiados por eles.
Um caso de hipocrisia moral, de vendilhão, e de uma falta enorme de inteligência (pois quanto à esperteza não lhe falta), é um fazedor de opinião que parece chamar-se Henrique Raposo, que escreve no Expresso (gostaria de saber quem é o seu padrinho).
E o último artigo deste senhor que é uma verdadeira fraude intelectual, é sobre cortar nos salários da função pública:
Cortar nos salários da função pública
Todos os países a viver uma situação semelhante à nossa já cortaram nos salários da função pública. Nós precisamos de fazer a mesma coisa. Se não o fizermos, o FMI tratará do assunto.
| I. Meus amigos, nós estamos a pagar 6% sobre a nossa dívida. Isto é insustentável. A cada hora (repito: a cada hora), o Estado endivida-se em 2.5 milhões de euros. Isto é insustentável. O governo tem de reduzir a despesa pública, e só há uma forma séria de o fazer: cortar nos salários da função pública. Sem um corte na massa salarial dos funcionários do Estado, será impossível controlar a despesa. Impossível. Acabou a festa, meus amigos. Nós não podemos gastar 15% do PIB só em salários do funcionalismo público. Não podemos. 15 cêntimos de cada euro que v. ganha, caro leitor, são destinados aos salários da função pública. Acha isto justo? II. O drama de Portugal é este: o Estado endivida-se para abastecer os direitos adquiridos do statu quo, e não para fazer reformas-chave. O problema é que esta dívida enorme que estamos a acumular é apenas para gastos de tesouraria. Perante isto, meus amigos, a primeira coisa a fazer é esta: cortar nos insustentáveis salários da função pública. Se o governo não o fizer (e o PSD e CDS deviam apoiar o PS nesse sentido), o FMI tratará disso no dia em que o Estado não arranjar dinheiro para pagar o 13.º mês aos seus santos funcionários. E esse dia está a chegar. III. A este respeito, convém reler um artigo de Pedro Maia Gomes (professor na Universidade Carlos III, Madrid), publicado no Expresso de 4 de Setembro. As contas dos privilégios insustentáveis dos funcionários públicos começam assim: "pessoas com características similares recebem mais 16% de salário no sector público". Depois, os salários da função pública sobem sempre, e nunca estão anexados à produtividade. Numa empresa (i.e., na realidade) aumentos acima da produtividade significam a falência. No Estado, esta prática irracional é conhecida pelo eufemismo de "direitos adquiridos". IV. Perante esta realidade, uma redução nos salários da função pública seria sempre uma medida justa, no sentido de atenuar a assimetria entre o público e o privado. Ora, na actual conjuntura, um corte na função pública não é só justo: é igualmente necessário. Segundo Pedro Maia Gomes, um corte de 10% na função pública permitiria reduzir 2 mil milhões de euros por ano na despesa (1.4% do PIB). É aqui que devemos cortar, e não nos apoios sociais como o subsídio de desemprego. Mas repare-se no seguinte: José Sócrates já mexeu em todos os subsídios, mas ainda não mexeu onde devia ter mexido: nos salários da função pública. PS: Convém lembrar que nos paraísos nórdicos os funcionários públicos têm sempre salários mais baixos do que no sector privado. E é o que faz sentido: porque um trabalhador do estado terá sempre mais segurança do que um trabalhador do sector privado. Mas, em Portugal, os nossos santos funcionários públicos têm o melhor dos dois mundos: salários mais altos e segurança à prova de bala. |
Este senhor com este artigo, se pode-se dar este nome a esta coisa, só demonstra pobreza de espírito e uma vassalagem muito grande aos seus donos.
Eis um comentário que foi redigido, por alguém, em resposta a este artigo e que demonstra ser alguém que não é vassalo aos interesses do poder económico, sendo conhecedor da realidade e dos interesses instalados, que estes “capachos” ditos jornalistas fingem desconhecer ou que devido sua mentalidade criminosa, saem em defesa de atitudes e posições que levam milhões a passar fome e a sobreviverem com grandes dificuldades.
Artigo de resposta:
É assim:
Uma crónica aqui, um comentário ali, um “estudo” acolá, um perito conferencia em qualquer lado e, paulatinamente, torna-se uma inevitabilidade “15 cêntimos de cada euro que v. ganha, caro leitor, são destinados aos salários da função pública “ fica-me uma interrogação -quanto pagou ele de impostos? Não sei, não posso saber, há sigilo fiscal, no entanto o meu salário é público. Está disponível na internet e em papel no Diário da República. Sobre esse salário também eu paguei os 15 cêntimos por cada euro que realmente ganhei. Sim, por cada euro que realmente ganhei pois eu não recebo envelopes no final do ano, nem tenho carro da empresa, nem telefone, nem criei uma empresa à qual pertence a minha casa e os meus carros. Não tenho nada, apenas o meu salário que é público, sem sigilo. Ainda hoje lia no jornal que os gestores da REN são obrigados a entregar declaração de rendimentos mas requereram que ela ficasse sigilosa. Porquê ? Porque é o meu ordenado público e o deles não?
Ah os malditos dos funcionários públicos… E as parcerias público-privadas que sugam mais dinheiro que um tornado do Arkansas? E os Magalhães que rapidamente foram encostados? E as SCUT (lembram-se de João Cravinho, o pai delas e grande “combatente contra a corrupção” que, coitado, lá foi trabalhar para o estrangeiro para um bom tacho) criação deste partido que agora acaba com elas. E a Liscont dos contentores, e a Lusoponte de Ferreira do Amaral e agora de Jorge Coelho através da Mota Engil dona da AENOR que era presidida (se calhar ainda é) por Luís Parreirão Gonçalves, presidente também de não sei quantas SCUT, que era secretário de Estado do governo de Guterres que…criou as SCUT e concessionou várias ? E os pareceres jurídicos encomendados a sociedades de advogados e pagos a pesos de ouro? E os 30 milhões de euros pagos à GESCOM do grupo Espírito Santo por intermediação na compra dos submarinos? E..? E..? E…?
E quem paga isso tudo? Os 15 cêntimos sobre todo e cada euro que eu, funcionário público de salário público não sigiloso, recebo. E agora querem que ganhe menos para terem mais dinheiro para mais pareceres, mais comissões, mais parcerias da treta.
E a verdade é só uma, querem que eu passe a ganhar menos mas pagar…bom, pagar vou continuar a pagar o mesmo ou mais.
Será que Henrique Raposo está disposto a mostrar em que carro anda, em que casa mora e sobre quanto pagou impostos?
Eu estou,
Quantos deste gurus estão ?
AVE Mundi by Rodrigo Leão
http://www.inimpetus.org/web3/node/11
Reflectindo...
21 de setembro de 2010
José Barata Moura Mandatário Nacional de Francisco Lopes
José Barata Moura é o Mandatário Nacional da Candidatura de Francisco Lopes à Presidência da República.
José Barata Moura, 62 anos, Professor Catedrático da Universidade de Lisboa (Faculdade de Letras, Departamento de Filosofia).
Reitor da Universidade de Lisboa (1998 – 2006).
É Vice-presidente da Internacionale Gesellschaft Hegel-Marx fur dialektisches Denken.
É membro da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Internacional da Cultura e da Academia Pedro Hispano.
Autor de uma vasta obra no campo da Filosofia. Tradutor para português de obras de Hegel, de Marx e de Engels.
A par da carreira académica desenvolveu uma intensa actividade cultural e política como autor e intérprete de canções de intervenção, antes e depois do 25 de Abril. Autor e intérprete também no domínio da canção infantil.
Foi deputado ao Parlamento Europeu (1993 – 1994).
Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada.
É militante do PCP.
Retirado integralmente de http://pcp-minde.blogspot.com/
