29 de setembro de 2010
AVE Mundi by Rodrigo Leão
http://www.inimpetus.org/web3/node/11
Reflectindo...
21 de setembro de 2010
José Barata Moura Mandatário Nacional de Francisco Lopes
José Barata Moura é o Mandatário Nacional da Candidatura de Francisco Lopes à Presidência da República.
José Barata Moura, 62 anos, Professor Catedrático da Universidade de Lisboa (Faculdade de Letras, Departamento de Filosofia).
Reitor da Universidade de Lisboa (1998 – 2006).
É Vice-presidente da Internacionale Gesellschaft Hegel-Marx fur dialektisches Denken.
É membro da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Internacional da Cultura e da Academia Pedro Hispano.
Autor de uma vasta obra no campo da Filosofia. Tradutor para português de obras de Hegel, de Marx e de Engels.
A par da carreira académica desenvolveu uma intensa actividade cultural e política como autor e intérprete de canções de intervenção, antes e depois do 25 de Abril. Autor e intérprete também no domínio da canção infantil.
Foi deputado ao Parlamento Europeu (1993 – 1994).
Grande Oficial da Ordem Militar de Santiago da Espada.
É militante do PCP.
Retirado integralmente de http://pcp-minde.blogspot.com/
Mercedes Sosa, Volver a los 17
"a voz das maiorias silenciosas" , por dar voz na defesa de quem mais precisa.
"Volver a los 17" é mais uma das suas grandes obras musicais, em parceria com Milton Nascimento.
20 de setembro de 2010
M U I T A M U I T A C L A S S E !
Um homem, voando num balão, dá conta de que está perdido. Avista um homem no chão, baixa o balão e aproxima-se: - Pode ajudar-me? Fiquei de encontrar-me com um amigo às duas da tarde; já tenho um atraso de mais de meia hora e não sei onde estou…
- É consultor, não é?
- Sou sim senhor! Como foi que adivinhou?
- Muito fácil: deu-me uma informação tecnicamente correcta, mas inútil na prática. Continuo perdido e vou chegar tarde ao encontro porque não sei o que fazer com a sua informação…
- Ah! Então o senhor é social democrata!
- Sou! Como descobriu?
- Muito fácil: O senhor não sabe onde está, nem para onde ir, assumiu um compromisso que não pode cumprir e está à espera que alguém lhe resolva o problema. Com efeito, está exactamente na mesma situação em que estava antes de me encontrar. Só que agora, por uma estranha razão, a culpa é minha!...
19 de setembro de 2010
Quando me amei de verdade...

Quando me amei de verdade , pude perceber que a minha angústia , meu sofrimento emocional , não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades . Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo a isso...Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive, eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é...Respeito.
Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável...Pessoas, tarefas , tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo . De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo . Hoje sei que se chama...Amor próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é...Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso , errei muito menos vezes . Hoje descobri a...Humildade.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!! "
Charlie Chaplin
17 de setembro de 2010
150.000 postos de trabalho

Quarta-feira, 25 de Agosto de 2010
Uma promessa é uma promessa...
Notícia do «Jornal de Negócios»: Cabras-bombeiro. Portugal e Espanha lançam projecto de 50 milhões para limpar florestas. 150.000 cabras-bombeiro vão andar a pastar em Portugal e Espanha. O projecto, de 50 milhões de euros, visa prevenir os incêndios (...)
Finalmente cumpre-se a promessa eleitoral, antiga, de criação de 150 mil novos postos de trabalho. São medidas como esta que nos ajudam a aumentar a confiança nas instituições e na classe política em geral, e em particcular no Sócrates e Zapatero.
14 de setembro de 2010
12 de setembro de 2010
O Tamanho das Pessoas...

Os Tamanhos variam conforme o grau de envolvimento...
Uma pessoa é enorme para ti, quando fala do que leu e viveu, quando te trata com carinho e respeito, quando te olha nos olhos e sorri .
É pequena para ti quando só pensa em si mesma, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade, o carinho, o respeito, o zelo e até mesmo o amor
Uma pessoa é gigante para ti quando se interessa pela tua vida, quando procura alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto contigo. E pequena quando se desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos da moda.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas.
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. O nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de acções e reacções, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente torna-se mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande... é a sua sensibilidade, sem tamanho...
9 de setembro de 2010
Só de Sacanagem
Meu coração está aos pulos!
Quantas vezes minha esperança será posta à prova?
Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?
Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
- Não roubarás!
- Devolva o lápis do coleguinha!
- Esse apontador não é seu, minha filha!
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão:
- Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.
E eu vou dizer:
- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.
Dirão:
- É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal.
E eu direi:
- Não admito! Minha esperança é imortal!
E eu repito, ouviram?
IMORTAL!!!
Sei que não dá para mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final.
Ana Carolina
8 de setembro de 2010
Este mundo é um mistério

Os extraterrestres começaram onde tinham que começar. Iniciaram sua exploração estudando o país que é o número um em tudo, número um até nas linhas telefónicas internacionais: o poder obedecido, o paraíso invejado, o modelo que o mundo inteiro imita. Começaram por aí, tentando entender o manda-mais para depois entender todos os demais.
Chegaram em tempo de eleições. Os cidadãos acabavam de votar e o prolongado acontecimento havia mantido todo o mundo em suspenso, como se se houvesse eleito o presidente do planeta.
A delegação extraterrestre foi recebida pelo presidente cessante. A entrevista foi no Salão Oval da Casa Branca, agora reservado exclusivamente aos visitantes do espaço sideral para evitar escândalos. O homem que estava a concluir o seu mandato respondeu, sorrindo, às perguntas.
Os extraterrestres queriam saber se no país vigorava um sistema de partido único, porque eles só haviam ouvido dois candidatos na televisão, e ambos diziam o mesmo.
Mas tinham, também outras inquietações:
Por que demoraram mais de um mês para contar os votos? Aceitariam os senhores a nossa ajuda para superar este atraso tecnológico?
Por que sempre vota apenas a metade da população adulta? Por que a outra metade nunca se dá a esse trabalho?
Por que ganha o que chega em segundo lugar? Por que perde o candidato que tem 328 696 votos de vantagem? Não é a democracia o governo da maioria?
E outro enigma os preocupava: Por que os outros países aceitam que este país os examine quanto à democracia, lhes dite normas e lhes fiscalize as eleições? Será porque este país os castiga quando não se portam como devem?
As respostas deixaram-nos ainda mais perplexos.
Mas continuaram a perguntar.
Aos geógrafos: Por que se chama América este país que é um dentre muitos do continente americano?
Aos dirigentes desportivos: Por que se chama Campeonato Mundial ("World Series") o torneio nacional de beisebol?
Aos chefes militares: Por que o Ministério da Guerra se chama Secretaria da Defesa, num país que nunca foi bombardeado nem invadido por ninguém?
Aos sociólogos: Por que uma sociedade tão livre tem a maior quantidade de presos no mundo?
Aos psicólogos: "Por que uma sociedade tão sadia ingere a metade dos psicofármacos que o planeta fabrica?
Aos dietistas: "Por que tem a maior quantidade de obesos este país que dita o menu dos demais países?
Se os extraterrestres fossem simples terrestres, esta absurda bateria de perguntas teria acabado mal. No melhor dos casos, teriam batido com a porta nas suas caras. Toda tolerância tem limites. Mas eles continuaram a bisbilhotar, sem qualquer suspeita de impertinência, má educação ou azedume.
E perguntaram aos estrategistas da política externa: Se os senhores estão ameaçados por inimigos terroristas, como o Iraque, o Irão e a Líbia, porque votaram junto com o Iraque, o Irão e a Líbia contra a criação do Tribunal Penal Internacional, criado para castigar o terrorismo?
E também quiseram saber: Se os senhores têm aqui, muito perto, uma ilha onde estão à vista os horrores do inferno comunista, por que não organizam excursões ao invés de proibir as viagens?
E aos que firmaram o tratado de livre comércio: Se agora a fronteira com o México está aberta, por que morre mais de um trabalhador braçal por dia tentando atravessá-la?
E aos especialistas em direito trabalhista: Por que a MacDonald's e a Wal-Mart proíbem os sindicatos aqui e em todos os países onde operam?
E aos economistas: "Por que, se a economia duplicou nos últimos vinte anos, a maioria dos trabalhadores ganha menos que antes e trabalha mais horas?
Ninguém negava resposta a estes seres estranhos, que continuavam com os seus disparates.
E perguntavam aos responsáveis pela saúde pública: Por que proíbem que as pessoas fumem, quando os automóveis e as fábricas fumam livremente?
E ao general que dirige a guerra contra as drogas: Por que os cárceres estão cheios de drogados e vazios de banqueiros lavadores de narcodólares?
E aos dirigentes do Fundo Monetário e do Banco Mundial: Se este país tem a dívida externa mais alta do planeta, e deve mais que todos os demais, por que os senhores não o obrigam nem a cortar as suas despesas públicas nem a eliminar os seus subsídios? Será para serem corteses com os vizinhos?
E aos politólogos: "Por que aqueles que aqui governam falam sempre de paz, enquanto este país vende a metade das armas de todas as guerras?
E aos especialistas em meio ambiente: Por que os que aqui governam falam sempre do futuro do mundo, enquanto este país gera a metade da poluição que está a acabar com o futuro do mundo?
Quanto mais explicações recebiam, menos entendiam. Pouco durou a expedição. Os extraterrestres começaram sua visita pela potência dominante, e aí terminaram. A normalidade do poder não estava ao alcance daqueles turistas.
Eduardo Galeano
2 de setembro de 2010
Francisco Lopes candidato a Presidente da Republica

São estes “dizentes” que se vissem apresentada a candidatura do Rato Mickey (banda desenhada), iriam bater palmas e encherem páginas e páginas de elogios a essa candidatura.
Mas o que iria acontecer, o Rato Mickey até podia ganhar as eleições, pois todos o conhecem; Os jornais todos os dias iriam falar dele, as televisões fariam grandes reportagens e diriam este sim é um bom candidato, é um candidato de grande valor (deveriam estar a referir-se ao pormenor do desenho).
No entanto o que iria mudar depois das eleições?
Mas da realidade nada se falaria,
Não se discutiria os problemas que existem na nossa sociedade, na miséria, na fome, na falta de emprego, nos despedimentos ilegais (mesmo havendo um código de trabalho que lesa os direitos dos trabalhadores, que foi aprovado pelos apoiantes destes Ratos Mickey`s e que foi promulgado pelo actual e talvez candidato à Presidência da Republica);
Não se falava nas condições do sistema de saúde, da educação;
Pois é… Mas não podemos, nem vamos fazer a vontade ao Rato Mickey e aos seus apoiantes, pois por muito que goste de banda desenhada, a minha consciência não deixa que eu adormeça, em vez de contribuir para o esclarecimento e denuncia de um sistema que está a obrigar a maioria a simplesmente sobreviver, em vez de viverem como têm direito;
Já para não falar dos que nem a sobreviverem tem direito… e morrem com fome e por falta de assistência médica, enquanto outros vêm a sua conta bancária a aumentar astronomicamente, e enviam milhões para offshore`s (paraísos fiscais).
Quanto ao meu candidato, Francisco Lopes, os ditos “dizentes” não se preocupem porque ele é candidato de consciência com os princípios da verdadeira esquerda.
Eles que não tenham medo porque ele não possui nenhuma doença contagiosa, pois que eu saiba o alertar, informar, e denunciar as atrocidades que se mantêm para que este sistema mantenha-se, não é doença;
E o ganhar consciência para a realidade, por parte das pessoas menos atentas, também não é doença…
Quanto à consciência pesada destes “dizentes” e dos seus donos, é que já tenho duvidas se é considerado doença… e de que foro…
Quanto a mim e a muitos mais… iremos ajudar o Francisco Lopes a fazer chegar a sua mensagem ao maior número possível de pessoas.
Essa mensagem será da realidade e da explicação do que motiva-nos a ser verdadeiramente de esquerda.
1 de setembro de 2010
31 de agosto de 2010
ESTÁ TUDO BEM...

Sendo que este dizer mal, e a forma como é feito só vem beneficiar aqueles de que se diz mal e o aparelho implementado, que implementou aquilo de que se diz mal…
O regime implementado deixa que durante anos e anos uma determinada escola vá apodrecendo…
Este mal dizentes, limitam-se a dizer que a escola está a cair e que é perigoso, etc… etc…
Estes mal dizentes, deviam, era, denunciar que estão a deixar apodrecer determinada escola, para a seguir terem um pretexto para a fechar, pois irão alegar que essa escola não tem condições de segurança e que é preciso fechar…
E que este é “um meio de acabarem” com a educação pública….
Mas estes ditos “mal dizentes” ficam contentes só porque tanto alarido fizeram que a escola encerrou, pensam eles é claro, enquanto o sistema implementado esfrega as mãos de contente, pois fecharam uma escola, e assim sobra-lhes, ainda mais, dinheiro para o estado financiar os privados, e “os mal dizentes” deixaram de dizer mal, calaram-se… pois não lhes restam mais reivindicações, atendendo a que a única reivindicação era a escola estava a apodrecer… e se fechou para eles o problema ficou resolvido.
Enquanto aqueles que reivindicam que este sistema só está a dar cabo da educação pública, através do encerramento das escolas, escamoteados através de diversos pretextos, passam a ser os estúpidos…. Pois não havia razão para deixar-se uma escola apodrecida aberta; Fazer obras agora não compensa, pois ficariam muito caras…
Sendo que a definição de caro ficaria ao critério do sistema implementado, é claro.
Isto não acontece só com a educação, acontece com a saúde, a justiça, etc…
No que diz respeito à justiça:
Esses tais mal dizentes nem falam, pois acham muito inovador e de uma inteligência sobrenatural, andarem a construir edifícios para serem instalados os tribunais, em terrenos públicos. Pois a construção é feita à conta dos “bonzinhos” dos grupos económicos, ligados à construção civil…
Sim, à conta dos “bonzinhos”.
Ai está porque são, cada vez mais, considerados grupos económicos com boas práticas para a sociedade, e merecedores de medalhas de grandes benfeitores para a sociedade Portuguesa.
E o que lucram com isto tudo, não é quase nada…
Ao longo vários anos recebem umas rendinhas mensais que oscilam entre 600 mil euros a um milhão, e após o prazo de por volta de 30 anos, ainda fazem o sacrifício de ficarem proprietários do edifício em causa e dos terrenos que eram públicos; Que eram um encargo muito grande manter como públicos, sim um encargo enorme…
Pois é, ainda por cima, ficam com um edifício que sofreu obras e manutenção feitas por eles, ou alguém familiar, e que foram pagas simbolicamente pelo estado, segundo os critérios do sistema implementado, e com acessória destes grupos “bonzinhos”.
Ainda dizem que não existem boas práticas e solidariedade em Portugal…
Desde que o dinheiro do estado não seja gasto na educação publica, na saúde publica, no apoio a quem mais precisa (através da segurança social), na verdadeira justiça… e seja gasto a financiar os negócios privados de quem mais lucra…





























