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11 de junho de 2013

Professores ajudem a pagar a divida do estado…

Caríssimo Sr. Ministro Crato,

Hoje, mais do que nunca, estamos solidários com o governo do qual V. Exa. é ministro da deseducação, perdão, educação.

Por isso nesta casa, hoje, contribuímos com mais ou menos € 50,00… esperemos que utilize bem este dinheirinho.
Não fique preocupado, pois poupa-se na gasolina…

Mas não é a primeira ajuda que damos, por aqui. Para V. Exa. poupar nos livros dos meninos, nas fotocópias e etc… temos despendido do nosso “orçamento residencial” para que tal não falte aos meninos mais carenciados. A Canon e a Staples têm agradecido.

E pode contar connosco, para poupar ainda mais…

Já viu que os sindicatos e os professores estão do seu lado, para que possa poupar….

Pode contar connosco para lutar e resistir…
Greve é a nossa arma…


20 de fevereiro de 2013

Os Lusíadas


Numa manhã, a professora pergunta ao aluno:
- Diz-me lá quem escreveu 'Os Lusíadas'?

O aluno, a gaguejar, responde:
- Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.

E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
- Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.

Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
- Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu 'Os Lusíadas' e ele
respondeu-me que não sabia, que não foi ele...

Diz o pai:

- Bem, ele não costuma ser mentiroso, se diz que não foi ele, é porque não
foi. Já se fosse o irmão...

Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na
passagem pelo posto local da G.N.R., diz-lhe o comandante:
- Parece que o dia não lhe correu muito bem...

- Pois não, imagine que perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'
respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.

O comandante do posto:

- Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um 'aperto', vai ver que ele
confessa tudo!

Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no
sofá, a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
- Então o dia correu bem?

- Ora, deixa-me cá ver. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu 'Os Lusíadas'.
Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar.
O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer
chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?

O marido, confortando-a:

- Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar
foste tu e já não te lembras...!

11 de janeiro de 2013

GESTÃO DE OBJECTIVOS... NO CÉU


Havia uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome:
- Carlos Catarino.  Um era sacerdote e o outro taxista.

Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.

- O teu nome ?
- Carlos Catarino.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista.

São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Carlos Catarino.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este  ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Carlos Catarino, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objetivos: É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos! O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...

Que língua fala este português !!!???

2 de janeiro de 2013

Passos Coelho vai à bruxa

Passos Coelho vai à bruxa

A vidente concentra-se, fecha os olhos e diz:

- Vejo o senhor a passar numa avenida, em carro aberto, com o povo a acenar.
Encantado, Passos Coelho, pergunta:
- E a multidão, está feliz?

- Como nunca!

- E o povo, corre atrás do carro?
- Atrás e à volta. Como loucos!
- A polícia até tem dificuldade em abrir caminho
- As pessoas, carregam bandeiras, dísticos?
- Sim, bandeiras de Portugal e faixas com palavras de esperança
A sério?! E gritam, cantam?
- Gritam: "Agora sim!!! Agora tudo vai melhorar! "

- E eu, como é que eu reajo?
- Não dá p’ra ver.

- Não dá p’ra ver?!
- Não!
- O caixão vai fechado...

Sr.Primeiro Ministro termine as minhas frases!

15 de abril de 2012

A cabra, a mulher e o pastor...


Um jornalista entrevista um pastor:

- Ora conte-me lá uma história que se tenha passado nesta zona e que seja qualquer coisa de inesquecível!

O pastor sorri e conta:

- Olhe, uma vez, uma das minhas cabras perdeu-se na montanha! Ora como manda a tradição, a malta cá da terra juntou-se para beber e sair à procura da cabra. Lá pelas tantas da manhã lá a encontramos, só que já tínhamos bebido tanto, mas tanto... que fizemos todos sexo com a cabra! Um por um! Foi de nunca mais esquecer! Inesquecível, não é?

- Bem... realmente é uma história inesquecível, sim, mas duvido que a consiga publicar... Olhe, conte-me então uma história que se tenha passado nesta terra e que seja uma história feliz! Pode ser?

O pastor sorri e conta:

- Pode ser, ora pois! Olhe, uma vez, a mulher aqui do vizinho perdeu-se na montanha... Ora, como manda a tradição, a gente junta-se, bebe uns copos, e toca de ir à procura da gaja! Encontrámo-la já bem tarde, já noite dentro! E ora como estávamos todos com uns copitos a mais... montamos todos a gaja! Um por um! Foi um dos dias mais felizes da minha vida! Da minha e da dos outros gajos todos! Só menos do marido...

- Bem... Estou a perceber porque é que é uma história feliz mas também não me parece que consiga publicar essa. Vamos fazer antes o seguinte, você pode-me contar uma história bem triste que se tenha passado cá na zona?

O pastor fica um pouco sério, baixa a cabeça, deixa cair duas lágrimas e diz:

- Bem... uma vez eu perdi-me na montanha...